Pensamos atualmente na
formação de nossos jovens, como eles estão sendo construídos como seres
humanos, dentro de lógica ética, sendo que visão de família vem se
desintegrando ao longo do tempo, os educadores não conseguem conter os jovens,
por causa de um ensino arcaico, baseado na relação de desmotivação, cuja a sala
de aula, passa a ser um local de tortura e conteúdos que não retratam a
verdadeira realidade dos jovem. No entanto conhecer a tecnologia por parte dos
educadores e pais podem ser uma maneira de amenizar o desinteresse pelas aulas
e contribuir numa relação mais próxima. O legado da juventude deste século XXI,
está pautada na normalidade, para ele tudo é normal, no entanto eles
desconhecem as dificuldades que tornam realidade os seus desejos, por exemplo:
uma simples viajem com os amigos, a qual fazem, eles não tem idéia de que
aquilo pode ser um grande aprendizado, a tratam como algo banal, normal. Mas de
quem é a culpa por esta atitude, dos pais, dos educadores? pois o jovem vive
num mundo sem amanhã, querem o agora, acham tudo efêmero, passageiro. Isto leva
a geração de seres que não se constroem, mas se encapsulam, achando que sabem
tudo, que tudo deve ser agora. Tal pensamento gera sérios conflitos. A ética,
então deixa de ter um papel nesta sociedade, por que ela é construída com tempo
e faz parte da formação do jovem.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Construindo o ser humano
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
A tecnologia com forma de inclusão
As descontinuidades dos projetos científicos e tecnológicos no Brasil, que envolve interessem da elite, mostra que deixamos de produzir conhecimento, para beneficiar a transferência de capital intelectual, com desculpa de que o Brasil precisa fazer parte de um processo global, deixando de lado toda uma estrutura tecnológica, anteriormente estabelecida. No caso, a privatização das telecomunicações destruiu toda uma lógica pré-estabelecida, a qual ninguém estava preparado e que não supriu a necessidade da grande maioria e novamente, apenas a elite. O processo de privatização das telecomunicações é um exemplo claro do despreparo do Brasil, na tentativa de se criar uma “sociedade do conhecimento”, na qual todos tenham acesso à informação e possam tirar dela algum proveito para ser incluso socialmente. Na verdade o que estamos vivendo, não é capitalismo e algo mais selvagem e nocivo, que historicamente data de seus primórdios, cujas relações de trabalho se voltam à informalidade, a exploração e crises constantes.A educação tecnológica como um modo de inclusão social e digital deve se transformar numa realidade, mas ela sozinha não e capaz de gerar indivíduos críticos e hábeis para discernir sobre o mundo e suas mudanças, que ocorrem de maneiras tão repentinas.
Como possível alternativa, as redes estariam numa posição mais confortável, para servir de instrumento de inclusão e cenário de mudanças. Pois a internet e seus elementos, como os sites de relacionamentos, blogs, redes de discussão, vão além do ambiente academicista e intelectual, ali as pessoas contam suas histórias, demonstram suas indignações, sofrimentos, medos e esperanças de uma vida melhor, compartilham informações e conhecimentos e propagam idéias. Estas visões democráticas da rede, que podemos chamar de lugar de todos, os indivíduos podem construir sua formação. A internet nascida do processo de globalização, também serve de instrumento para combater os seus excessos e permitir ao mesmo tempo, que as pessoas se reúnam num palco virtual para debater e fazer sua história.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Arte do conhecimento e a tecnologia
As formas do conhecimento
se dão em várias instâncias, num livro, na escola, nas organizações, diante da
troca de informações presentes em uma simples conversa entre dois
interlocutores, assim chamo o conhecimento de arte, porque como uma pintura, a
qual o artista coloca toda sua idéia e inspiração, o conhecer requer certos
traquejos, que depende somente da pessoa, no entanto tentar extrair este
conhecimento de alguém é algo difícil, trabalhoso, sendo que o próprio
detentor, não sabe como externá-la. Por outro lado, as novas tecnologias de
informação e comunicação tentam fazer o papel de extratores do conhecimento,
desta forma gerenciando, recuperando e indexando o mesmo, para criar um futuro
repositório. Mas o que se consegue é fazer apenas a representação deste
conhecimento, através de sistemas de informações avançados. De qualquer forma,
se o conhecimento exige as nuances da arte, torna-se impraticável a utilização
de tecnologias como uma maneira de retirar da essência humana o valioso
conhecimento. Mas o homem pelo seu caráter insistente e curioso, não admite
derrotas, no entanto faz uso de armas erradas, porque, para obter o
conhecimento tácito (intrínseco ao outro), o segredo não está na tecnologia,
mas nos velhos métodos de investigação e pesquisa, que é a boa prosa, o contato
verbal, a oralidade, que a milhares de anos contribui para que a humanidade se
construísse. A criação de signos e significados é que permitiu o avanço e a
inovação, não tente ir pelo caminho contrário, desenvolver tecnologias para
construir a linguagem, no máximo que vamos conseguir e vislumbrar simulacros e
imagens caóticas de meio conhecimento, através de pontos sintáticos e
semânticos obtidos por algoritmos vindos de sistemas ditos
"inteligentes".
domingo, 30 de novembro de 2008
Novas possibilidades de ver o mundo
A medida que vamos envelhecendo,
nos tornamos mais seletivos e exigentes em relação a quase tudo que desejamos,
portanto novos enfrentamentos diante da realidade ficam mais difíceis, ao fato
de não sermos tão jovens e vigorosos, assim vamos ficando menos pacientes com
as coisas e o nosso grau de aprendizagem já não é tão rápido. Entretanto o
mundo oferece uma gama de novas possibilidades, a qual podemos enxergá-las como
uma oportunidade, tais como: o avanço nas tecnologias da biomedicina, sistemas
de informação, genética e diagnósticos laboratoriais. Este grande avanço nos
permite ver o mundo por um outro prisma, mas isto depende, com que olhar nos
pretendemos ver tudo isto. Se temos um foco mais seletivo para nossos desejos,
talvez não seremos tão crentes de que a tecnologia pode ser a melhor saída para
construirmos o conhecimento que tanto queremos, assim vemos um mundo sem brilho
e distante. Mas ao apontarmos o viés tecnológico como fator de possibilidade
para o desenvolvimento de trocas de conhecimento e informações, utilizando
todas as fontes, técnicas, práticas e teorias, certamente o processo de
aprendizado durante a vida será bastante satisfatório, o indivíduo buscará
através destes meios tecnológicos subsídios mais consistente para ampliar
continuamente sua formação, desmistificando conceitos vazios de que envelhecer
é torna-se um ser que está a beira do fim. Ou preferimos? envelhecermos
aceitando que não resta mais o que fazer ou abrirmos a cabeça para as novas
formas de configuração, que o mundo pode nos possibilitar. Deste modo, podemos
escolher uma ou várias configurações durante nossa breve existência.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
As redes como meio de pesquisa e interação social
A análise
de redes sociais (ARS ou SNA, da expressão em inglês Social Network Analysis) é
uma abordagem oriunda da Sociologia, da Psicologia Social e da Antropologia
(FREEMAN, 1996). Tal abordagem estuda as ligações relacionais (da expressão em
inglês relational tie) entre atores sociais. Os atores na ARS, cujas ligações
são analisadas, podem ser tanto pessoas e empresas, analisadas como unidades
individuais, quanto unidades sociais coletivas como, por exemplo, departamentos
dentro de uma organização, agências de serviço público em uma cidade,
estados-nações de um continente ou do mundo (WASSERMAN; FAUST, 1999, p. 17). As
ARS interessa a pesquisadores de vários campos do conhecimento que, na
tentativa de compreenderem o seu impacto sobre a vida social, deram origem a
diversas metodologias de análise que têm como base as relações entre os
indivíduos, numa estrutura em forma de redes. Isto mostra que, o papel das redes,
na atualidade é fornecer o máximo de subsídio aos pesquisadores, com isto eles
podem deduzir e avaliar os diversos aspectos da pesquisa e chegarem à alguns
resultados. No entanto, as redes sociais, com advento da web, assume novas
formas, que permitem as pessoas interagirem socialmente pelo compartilhamento
de idéias e interesses em comuns. Segundo Fritjof Capra, "redes sociais são redes de comunicação que envolvem a linguagem simbólica, os limites culturais e as relações de poder". Estas redes sociais na internet são
relações entre os indivíduos na comunicação mediada por computador. Esses
sistemas funcionam através da interação social,
buscando conectar pessoas e proporcionar sua comunicação, como exemplo podemos
ver Orkut, Myspace, blogs e fotologs e as comunidades virtuais, que agregam as
pessoas, conforme sua afinidade com outro, por exemplo: dois indivíduos são fãs
de uma banda de rock, então a chance delas se encontrarem nesta rede é bastante
alta, assim eles podem trocar músicas, vídeos e imagens, além de compartilharem
datas de shows e eventos. Da mesma forma ocorre com os pesquisadores, que podem
obter um feedback de seus estudos, numa rede os onde cientistas publicam e
compartilham artigos, livros e relatórios. O estudo das redes complexas foi
iniciado pelas ciências exatas e, em seguida, promovido pela sociologia, numa
perspectiva de análise estrutural das redes sociais.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
A informação diante da sociedade do espetáculo
Antes nos eram oferecidos o pão e o circo na Roma
antiga, o imperador, os generais e o senado tomavam as decisões políticas,
econômicas e as estratégias militares, quanto ao povo era relegado a serem
meros servis, que tinham como diversão, as lutas ocorridas dentro das grandes
arenas, a qual gladiadores enfrentavam outros homens, ou mesmo leões famintos.
Tal fato se deve a uma alienação propositada por estes líderes, para manter o
povo sob as rédeas curtas do império romano. Estas pessoas não detinham o
conhecimento científico, militar e estratégico da época. No entanto, mais de
dois mil anos depois, parece que as configurações do conhecimento ainda
predominam nas classes mais altas e detentoras das riquezas, ao passo que para
a maioria, mesmo numa democracia plena, ainda a desinformação ou sub-informação
impera diante dos escândalos e violência presentes nos meios de comunicação.
Hoje, precisamente, nos países emergentes e subdesenvolvido os meios de
comunicação ficam a cargo de uma pequena elite, que dominam, não só
economicamente, mas também politicamente, levando ao poder pessoas, que possam
lhe trazer benefícios, sendo assim, um jogo de interesses. Enquanto isto, a
programação por trás destes veículos de comunicação, apenas traz fragmentos
informacionais dos fatos ou um sensacionalismo exacerbado e inútil, que o
transformam em verdadeiros espetáculos de audiência, mesmo as novelas,
talk-shows e realities-show tentam suprir o tempo com programas, que não
acrescentam nenhum conhecimento profundo da vida humana. As pessoas ainda se
sensacionalizam e batem palmas, acreditando ser parte da opinião pública, ou
mesmo descordando de certas regras ou desatinos morais veiculados nas mídias.
No entanto o que temos é apenas ilusão vivida por uma sociedade, que acredita
ser parte do show.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Um boa reflexão sobre os fatos atuais
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
A desilusão de um cronista brasileiro
Meus queridos leitores, a
medida o tempo passa nos tornamos mais críticos deste velho mundo, cheio de
ilusões e cada vez mais confuso. Por que estou dizendo isto? o motivo é
simples, as pessoas a todo momento estão se estranhando, não confiam mais uma
nas outras, a lógica que impera, é do capital, valemos quanto temos, não pelo
que transmitimos de bom aos outros . Sabemos que há uma crescente tecnologia,
todos encontram-se conectados, numa rede mundial de informação, mas no entanto
essas conexões são efêmeras, e não há uma durabilidade. os relacionamentos
encontram cada vez menos duradouros. Tudo se faz pela rede, onde contamos
nossas intimidades à uma pessoa, que antes era totalmente desconhecida e assim
continuará. A sociedade tornou-se pervasiva e um tanto cruel consigo mesma, por
aceitar certos padrões de comportamento, que jamais deveriam fazer parte de
nossa realidade. Mas as coisas evoluem e se não aceitamos e por que estamos
ficando decadentes e obsoletos. As regras mínimas de conduta forçam a sermos
cordeiros de uma política suja e corrupta, que nos envolvem em assuntos, que
estão muito além de nossa capacidade. Entretanto, ao entramos no terreno das
redes de comunicação e tecnológica, tudo se transforma, já não somos seres
dotados de índole e costumes, mas sim, atores de uma sociedade onde os maniqueísmos
e a mentira é o grande centro de popularidade, nela criamos diversas faces e
nomes, nos passamos por pessoas, que os querem amar e conviver. Quando voltamos
da viagem feita pela rede e que nos damos conta, de quanto somos mesquinhos e inúteis.
Para não somente criticar, há seu lado positivo nas redes, podemos extrair
delas, se fomos verdadeiros e honestos uma gama de oportunidades de aprendermos
com aqueles que mentem ou omitem certas coisas, não me diga como, pois está é a
resposta que busco, tentando ver o lado positivo das tecnologias, quando o
assunto não é trabalho. Por que no lado profissional, a redes é só elogios, mas
a maioria dos meus leitores discordarão. Então deixo uma questão a pensar, veja
o que há de bom na rede, quando o assunto não é trabalho.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
A falsa sensação de controle
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
As relações de poder
O homem precisa se
auto-afirmar, mas alguns que não conseguem através de forma espontânea e
natural, tem uma tendência a criar uma ambiente hostil e severo, seja consigo
mesmo ou para com os outros, na realidade tal fato se deve a uma baixa estima e
falta de liderança ou mesmo problemas provenientes de traumas da infância. As
relações de poder seja em casa ou no trabalho podem ser ameaçadas por pessoas
que tendem a ter comportamentos de inferioridade, por isto agem como se todos
fossem incompetentes. O ambiente ideal numa relação de poder é aquela em que o
superior e subordinado tenham, não digo uma relação de amizade, mas de respeito
um pelo outro, cada qual possam compartilhar idéias e trocar experiências.
Claro, que tal proposição é um tanto utópica, principalmente na iniciativa
privada, cuja a competição é acirrada. Mas a tentativa é válida.
sábado, 13 de setembro de 2008
Institucionalização do ser humano
Me mandam fazer aquilo,
agora faz isto e não se esqueça daquilo, este é nosso homem do mundo moderno,
um ser institucionalizado pelas regras e leis, criadas para controlar e fazer
com que sejamos carneiros dóceis, domesticado e institucionalizado pelo
sistema. Somos apenas cumpridores de nossos deveres, com direitos que muitas
vezes se confundem com obrigações. não lutamos pela nossa verdadeira liberdade,
somos deportamos e presos como animais em um país estrangeiro, por não sermos
bem vindos. A institucionalização é uma arma poderosa das grandes corporações e
governos para atingirem seus objetivos, em nome de quem ou do que? talvez no
caso das empresas, seja mais e mais lucro em detrimento do valores humanos, já
o governo seria uma espécie de controle das instituições sobre a vida dos
homens. Portanto a política, a igreja e a justiça não dá mais conta de
controlar as vontades que emanam do ser comum, vivente das grandes, médias e
pequenas cidades. Somente a ciência fornecem os subsídios necessários para que
tudo aconteça, no entanto depende da contribuição maciça do mercado, com seu
capital financeiro, que junto do intelectual, faz descobertas, criam seres e
bombas. No entanto na ciência vemos as contradições entre o criar e destruir, o
construir e desconstruir, o viver e morrer, são estas antíteses, que nos
rodeiam o tempo todo, mesmo assim ainda continuamos sendo seres
institucionalizados e alienados, com nossas pequenas crenças de que num futuro
tudo será lindo e cheio de flores, pode até ter flores, mas elas já murcharam
faz tempo. Então o que sobra é um nada, um vazio imenso.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Web semântica na construção de redes sociais


sexta-feira, 22 de agosto de 2008
O capital e o social
Ao contrário do que
pensamos sobre o mundo capitalista, nada é tão cruel, como ver a miséria
humana, a degradação do homem na sua totalidade. As imagens do mundo atual
representam a ideia por trás de toda selvageria contida nos excessos do
capital. Marx elaborou em sua tese, o princípio de que o capitalismo é danoso
ao trabalhador e somente a união venceria a exploração, o mundo de mais-valia e
tortura. Quando Marx propôs a lógica do capital, ele defendia, que era
necessário outro sistema, que não fosse o lucro sobre a produção, mas a divisão
equânime entre todos. A presença do estado se tornaria a peça chave, por ditar
a regras e uniformizar as leis, portanto o estado se torna o tutor da economia.
Assim, o homem como ser social, teria mais capacidade de prover suas
necessidades, estabelecendo - se num ambiente de bem estar e numa sociedade
cuja os interesses não seriam espúrios. O capitalismo desconstrói a sociedade,
por ter como objetivo o lucro, calcado no consumo, ao passo que os ideais
socialistas refletem na ética e no resgate do ser humano. No entanto, vivemos
na contramão da história, pois a crença no capitalismo se aflorou e o que vimos
foi a queda do socialismo na ex-URSS, mas isto não deforma a essência do
socialismo, ele ainda é objeto da sociologia, da política e da história.
Talvez, o que não foi positivo para as idéias socialistas, está centrada na
maneira como fôra interpretada, pelos lideres stalinistas, usando uma máquina
burocrática e ditatorial, que não era a percepção colocada por Marx.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Palavra de motivação e liderança
Mesmo que não acreditemos em nada, sempre as estórias servirão para ilustrar como podemos usar os mitos, as crenças e culturas como uma forma de motivação, liderança e criatividade, cada um de nós escrevemos aquilo que desejamos.
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Blogs e wikis como instrumentos de gestão do conhecimento
Caros leitores, estou
tomando um novo rumo no meu blog, agora abordarei mais assuntos relacionados
com meu projeto de pesquisa, neste primeira etapa colocarei a relação das
ferramentas da Web 2.0, blogs e wikis, que é um tema que acho muito interessante
e pertinente, com a gestão do conhecimento. Então, a web em meados dos anos 90
torna-se pública, criando um enorme entusiasmo, principalmente no ambiente
organizacional, pela capacidade de transmitir e compartilhar idéias, agilizar
os processos e tarefas, além de diminuir o tempo e custos nas pesquisas. No
entanto, a visão sobre a web tem re-emergido com o desenvolvimento de novos
instrumentos, é a nova etapa da chamada “Web 2.0”, que oferece serviços
baseados numa arquitetura de colaboração e participação. Pois ela depende de
conteúdos, que são gerados pelos usuários. O termo “Web 2.0” foi cunhado por
Tim O´reilly, para denominar estas recentes aplicações destinadas a web, que
envolve ferramentas tais como blogs e wikis. os blogs e wikis serão o foco
principal de nosso estudo, por desempenhar um papel significante, como meio de
comunicação, que é uma nova instância no modo de inovação, a qual é denominada
de “Creative Commons”. Este “Creative Commons” busca direcionar o desejo para a
auto-excelência, auto-expressão, altruísmo e o prazer, como uma maneira de
obter melhores resultados no ambiente organizacional. Os blogs e wikis surgem
como uma possibilidade para as empresas, no qual tange a disponibilização,
disseminação e troca de conhecimentos. palavra “weblog” possui origem inglesa,
composta das palavras “web” (página de internet) e “log” (diário de bordo),
mais conhecida como “blog”. Assim a palavra blog é uma corruptela do termo
“weblog”. Quanto aos wikis, é um termo havaiano, que significa “rápido”, desta
forma foi estabelecido como um método eficaz para edição colaborativa de
textos. Pois, um wiki possibilita que documentos sejam escritos coletivamente
em uma linguagem simples de marcação usando um navegador web. Os blogs, assim
como os wikis, mesmo com suas diferenças, são instrumentos de colaboração que
estimulam a comunicação e troca de conhecimentos, permitindo a interação entre
os funcionários, gerentes e diretores de uma organização. Os blogs podem ser
uma alternativa eficaz e eficiente para a transferência da informação, que
resulta numa força de trabalho mais produtiva. Por outro lado os wikis é uma
tecnologia alternativa para o compartilhamento do conhecimento.
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Liderança no mundo globalizado
Com o mundo globalizado, cujas fronteiras não possuem mais limites e os mercados se tornaram bem mais amplos, as empresas passaram a operar nos quatros cantos do mundo, pois os produtos e serviços deixaram de ter nacionalidade, portanto exigem mais qualidade e preços bem menores, assim acirrando a competitividade. Então o que vemos dentro das empresas é um ritmo alucinante da produção e gerentes, chefes preocupados com objetivos e metas a serem cumpridas, no entanto esquecem dá coisa mais importante, que são aquelas pessoas que estão na linha de produção, os colaboradores (funcionários), que possuem necessidades básicas e de referências, que o ajudem a melhorar seu desempenho. Isto mostra que estamos carentes de líderes, ou seja, aquelas pessoas que mostrem o caminho para o “Eldorado”, de como as coisas devem ser feitas com eficiência e eficácia. Pois a falta de interação entre líderes e colaboradores gera um ambiente empresarial, que tende a apatia e falta de motivação. Portanto, para que uma empresa possa realmente, um local de aprendizado, de troca de conhecimento, é preciso munir as pessoas de informação e conhecimento, que consequentemente crie um ambiente mais interativo e agradável. O que se percebe nas empresas, são funcionários, que não sabem o real objetivo, daquilo que produzem, muitas vezes perguntamos: o que você produz aqui? Para quem produz? Assim respondem: Não sei, apenas faço aquilo que me mandam. Quando perguntamos aos gerentes e chefes, eles dizem: A cultura da empresa é produzir tantas mil peças, dentro do prazo, não importa o destino. Desta forma, o que existe é uma empresa, sem sinergia e apática, que leva a falta de motivação e vontade de aprender e compartilhar o conhecimento. Devido a falta de uma liderança, que ensine e diga: “Nos fazemos isso”, por isso ela é a melhor do mercado, por que temos uma equipe, que conhece todo o processo, e o mais importante, estão motivados”. Mas para motivar é preciso dar incentivo as pessoas, atender suas necessidades, pois elas querem ser reconhecidas pelo seu trabalho, isto não engloba somente coisas materiais e dinheiro, vai muito além, envolve, que é ser respeitada como ser humano, ter seu trabalho reconhecido por todos e que suas idéias sejam aplicadas e valorizadas. Sabemos que o ser humano, não se encontra somente no ambiente de trabalho, ele possui uma vida social e familiar, também reconhece , que há um mundo lá fora, é que esse mundo é complicado, por isso as pessoas vivem ressentidas e ameaçadas, isto gera um sentimento de medo, desânimo e mesmo falta de perspectiva, então os líderes devem estar preparados para enfrentar e incentivar os outros nesta sociedade, como um todo, não só fazer com que elas busquem a motivação do ambiente organizacional, mas na faculdade, em casa, no clube, ou seja, no seu dia a dia, assim procurando relacionar-se com outras pessoas, construindo uma rede social, cuja possam trocar experiências, idéias, desejos, no intuito de realizar pequenas coisas, que somadas ao longo da vida fornecerá um grande bem estar.O que eu procuro, diante destas palavras, é fornecer pequenas observações sobre como podemos ser melhores, como líderes no cotidiano das pessoas, levar a elas palavras de motivação, ou mesmo do que elas são capazes de aprender e também repassar o conhecimento, tentar abstrair suas capacidades e aplicá-las em sua realidade. Pois o verdadeiro líder trabalha junto de sua equipe, eles o seguem por acreditam na sua habilidade de lidar com as dificuldades e não tomam decisões, sem antes conhecer o que seus colaboradores realmente desejam ou pensam. Sabemos que as maiorias das empresas não possuem um programa de formação de líderes, o que eu busco é utilizar meus conhecimentos, para no mínimo transmitir como podemos deixar de ter uma visão de gerente ou chefe e aprender a pensar como líderes, fazendo com que nossos colaboradores vistam a camisa da empresa, passem a ser mais motivados. O que eu procuro é criar uma nova cultura organizacional, com uma política mais democrática, a qual, líderes e colaboradores estejam em sintonia, levando a organização a um aprendizado constante, cujas melhores práticas possam ser adotadas por todos e o erro não seja um vilão, que condene aquele, que o cometeu, mas que o erro seja corrigido e documentado, desta maneira, o papel de um líder é fundamental, para ajudar a que erros sejam sanados, sem traumas e posteriores culpas, permitindo um ambiente de trabalho mais saudável e menos rígido.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Softwares sociais
Os softwares
sociais ou mídia social, que tem como função desempenhar ou educar simultaneamente
as pessoas, além de manter a comunicação e colaboração informal. Envolvem os
blogs e wikis, desta forma as pessoas postam suas idéias, comentários, a
respeito de uma discussão existente. A presença de tagging (rótulos ou
marcadores sociais), permitem os membros escolherem como classificar os conteúdos,
de acordo com sua necessidade. O uso de blogs e wikis dentro das organizações é
algo novo, que certamente passará a ser amplamente abraçada como uma tecnologia
de comunicação e colaboração interna, além de manter no nível externo uma
estratégia para melhorar a relação com clientes, fornecedores, sendo que
vivemos em um mundo global, cuja a vantagem competitiva e sempre procurada. Os
blogs e wikis podem ser definidos como softwares sociais, a passo que os blogs
vão além dos diários on-line, e tornaram-se instrumentos de gestão do
conhecimento, pois fornecem uma relação de troca de conhecimento. Já os wikis
são páginas que completadas e estruturadas por alguém que possui acesso
relevante aos assuntos abordados. Portanto o uso destas ferramentas requer o
envolvimento e foco da equipe de trabalho, assim identificando as expectativas
e objetivos do projeto a ser realizado.
sábado, 12 de julho de 2008
Seja você mesmo: escute o seu coach
O termo coach significa técnico, treinador na área dos esportes. No
entanto o mundo organizacional pegou o termo emprestado, para aplicar no que
diz respeito aos executivos e colaboradores, sendo que o coach possui um papel
muito importante, que procura desenvolver e orientar as principais capacidades,
habilidades das pessoas, além disso, ele ajuda a indicar quais são os caminhos
para se tomar uma decisão. Pois grandes empresas internacionais contratam
consultorias especializadas, no intuito de oferecer um treinamento mais
personalizado aos seus executivos, cada coach busca promover uma visão, que vai
muito além dos muros da empresa, procura demonstrar, o que é mais benéfico ao
executivo, a organização e sua relação com os colaboradores. No Brasil a idéia
de coaching, ainda é nova, poucas empresas adotam tal serviço. Ma não adianta
apenas contratar um coach, se a cultura da empresa é conservadora, assim não
está aberta a novas proposições e mudanças. O coach, antes de mais nada é um
ser humano, que também erra e possui defeitos, ele não é dono da verdade, mas
detém o conhecimento e busca informações, que podem ser valiosas para o
desenvolvimento e competitividade, temos que pensar, que as empresas, são
feitas por pessoas, elas devem ser motivadas todo o tempo, o coach é um peça
importante, para lidar com as dificuldades humanas e incentivar um ambiente
criativo. Basta ser você mesmo, diz o coach, mas procure sempre responder o que
quero ser profissionalmente, ou melhor, o que quero de verdade. Com isto tenho
certeza, que minhas metas e objetivos de vida serão mais visíveis.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Liderança, motivação e criatividade: elementos para o conhecimento nas organizações
A liderança se constrói
com motivação e criatividade, pois ser líder exige que as pessoas tenham uma
boa dose criatividade para influenciar seus pares e subordinados a realizarem
uma tarefa de modo eficiente e eficaz, mas principalmente estar motivado,
gostar daquilo que faz, ainda é pouco, há uma necessidade de fazer brilhar os
olhos daqueles, que trabalham em sua volta, fazer acreditá-los que podem ir
além do trivial e atingir padrões de alta excelência. A tríade liderança,
criatividade e motivação não trabalham sozinhas, mas sim em conjunto e são
intrínsecas as pessoas, sabemos que lidar com as individualidades e
necessidades dos seres humanos é muito complexo, o ser humano é complexo pro
natureza, depende de necessidades básicas como: alimentação, higiene, sono,
sexo e outras, que não atendidas minimamente o impede de buscar outras
necessidades mais elaboradas. O bom líder reconhece, que para tornar viável a
execução de qualquer tarefa é preciso fornecer aos seus colaboradores um
ambiente agradável e capaz de fomentar a criatividade e motivação, portanto,
aquele líder, que age como um chefe ou gerente, prevendo apenas as atividades e
o seu cumprimento, não levando em conta o que seus "subordinados",
fatalmente terá grandes problemas em realizá-la com êxito. Podemos dizer que a
motivação é a essência para uma produtividade maior e com qualidade inigualável,
um funcionário motivado está mais disposto a enfrentar as dificuldade e vestir
a camisa da empresa, no entanto, para conseguir este estágio de vantagem
competitiva através da motivação, a organização deve oferecer um ambiente que
valorize o trabalho e crie sistemas de premiação e reconhecimento de seus
colaboradores. Pois, permitir o erro, não dever ser visto, como algo negativo,
pelo contrário, precisa ser estabelecida uma cultura do erro, são eles que
levam ao aprendizado e é um objeto da criatividade, caso haja um erro, assim
ele é admitido e não punido, as chances de retificá-lo é muito maior, desta
forma, a formalização daquele erro é documentada e repassada aos outros. Os
ambientes criativos operam no caos e na incerteza muito mais facilmente, do que
em águas calmas, a criatividade é um fator organizacional, que faz com que as
pessoas apresentem melhor suas idéias, quando utilizadas pela empresa,
contribui para que seu criador tenha mais motivação e busque sempre uma aprendizagem
contínua. neste momento, a liderança faz toda diferença, pelo fato de
incentivar e colher aquilo que seus colaboradores criaram e venham a criar,
assim o líder estará plenamente convicto de suas decisões e planejar melhor o
futuro da empresa.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
A violência no geral
Boa tarde meus queridos
leitores. Desta vez vou passear por um assunto que não é muito comum nos meus
textos, mas vou fazê-lo pelo fato da crescente marginalidade, que vêm ocorrendo
nas pequenas localidades deste nosso país, que quase nunca aparece nas
estatísticas, ainda mais, agora que a imprensa divulgou uma pequena redução da
violência em algumas capitais e certas regiões metropolitanas. Tal fato se
inverte nas pequenas cidades, a criminalidade vem aumentando, pois isto se deve
a uma série de questões, como: tráfico de drogas, que alicia pessoas pobres, em
geral crianças e jovens, muito deles usuários, então estas pessoas passam a
cometer pequenos furtos, para sustentar seu vício, ou então colaboram, vendendo
drogas, assim participam de gangues, que aterrorizam os moradores da região.
Muitas vezes os filhos ou filhas destas pessoas são vítimas fáceis, morrem simplesmente,
se não acertam suas dividas com estes traficantes, ou se são pegas pela
polícia, para não delatarem, são mortas, o chamado queima de arquivo. Já esta
migração da violência para as pequenas cidades, se dá por fatores como o
crescimento seja industrial, econômico, que viabiliza a vinda de estrangeiros,
muitos deles trazem não só benefícios, mas também á aqueles, que vêm com a
intenção de cometer crimes. Mesmo aquelas cidades, que não se encontra em viés
de desenvolvimento, a bandidagem se aproveita do fraco policiamento e a
sensação de facilidade, a qual seus habitantes estão acostumados a deixar as
residências inocentemente abertas e mais vulneráveis a ação de meliantes. A
falta de oportunidades para os jovens é uma característica relevante, ao traçar
os índices de criminalidade, mesmo em pequenos municípios, pois o jovem sem
estudo e trabalho é uma presa ideal, para que os traficantes os induzam a
entrar neste mundo, com a promessa de dinheiro e status. No entanto a maioria
acaba morto ou jogado num presídio. Não estamos livres da ação dos bandidos,
seja no Rio de Janeiro, São Paulo ou mesmo no sertão nordestino. Para livramos
desta violência é necessário que se crie uma força tarefa entre cidadãos,
polícia, e políticos, com projetos de inclusão social, distribuição de renda,
melhorias na educação, priorizando as crianças e jovens. Agora, falar é muito
fácil, o que pesa mesmo é a corrupção, que desmantela qualquer projeto neste sentido.
Natureza