Estamos
sendo enganados e roubados pelo governo, digo isso porque foi votado na câmara
e no senado em plena pandemia a MP930/2020 e a PEC10/2020. Esses projetos são
amplamente nocivos à sociedade brasileira e quem vai pagar por estas operações
de risco será o cidadão. O que causa mais estranheza na aprovação desse projeto
é a participação dos partidos de esquerda como PT e PDT, que criaram um
mecanismo, a qual parte do senado não aprovou, mas a câmara acabou passando a lei
e vice-versa. Isso demonstra que os interesses das grandes empresas e bancos
estão acima do poder político. Enfim, esses projetos beneficiam os bancos e
grandes empresas. Sendo que o governo, através do Banco Central poderá comprar
títulos podres diretamente em balcão. Essas operações estarão isenta de
investigação, colocando os diretores e funcionários do BC imunes, ou
seja, acima da lei. Tais títulos podres tratam-se de papéis sem
lastro de empresas falidas, que jamais serão ressarcidos. Os títulos podres,
por exemplo, podem ser: debêntures emitidas por empresas privadas para
financiar projetos de expansão, compra de máquinas e outros; assim oferecem
juros aos investidores. No entanto, com a quebra da empresa esses papeis se
tornam quase sem valor. Muitas vezes, os bancos ficam com esses títulos, que já
são descontados de seu caixa e lucro. O governo ao adquirir esses papéis
inúteis beneficiam apenas os bancos e não ganham nada em troca, quem paga por
isso é população. Veja bem, temos mais de 4 trilhões de reais disponíveis para
poder atender a situação de pandemia em que se encontra o país. Porém, criou-se
uma mentira de que esse dinheiro não poder ser gasto. Pois, destina-se ao
pagamento da dívida. Agora, qual dívida? Aquela que foi criada por entes privados
e dada de presente ao Estado, onde quem paga somos nós. Isso tudo gera uma
enorme escassez de riqueza somente para o povo, ao passo que os bancos e
grandes corporações dominam praticamente toda a riqueza produzida. Para ser
mais exatos os 4 trilhões em caixa estão divididos em 1,4 trilhões na conta do
Tesouro Nacional, 1,7 trilhões em reservas internacionais e 1 trilhão no caixa
do Banco Central. Isso é dinheiro parado na conta do Estado, que deveriam ser
repassados para salvar as pequenas e médias empresas e também para servir de
auxilio aos desempregados neste momento de pandemia. Agora, esse montante vai
parar nas mãos dos bancos e como desculpa do governo é o dinheiro de pagamento
da dívida pública. Enquanto, isso o trabalhador está na rua e sujeito
a morrer pelo vírus. Tudo isso por que não quer se pagar míseros 600,00 aos
trabalhadores. Tem dinheiro sim, temos que nos informar e lutar contra esse
governo que nos engana. Vamos seguir o exemplo da Argentina suspendendo o
pagamento de parte da dívida. O modelo de financeirização que o Brasil quer
fazer é extremamente nocivo para economia. Será que fomos escolhidos para
adquirir esses papéis podres que datam da crise de 2008. Quanto aos partidos de
esquerda, tanto no senado, ou na câmara devem uma explicação a sociedade por
ter votado a favor nesse crime contra o nação.
segunda-feira, 15 de junho de 2020
Tem dinheiro sim, mas o governo nos engana
quinta-feira, 28 de maio de 2020
Do capitalismo produtivo ao anarcocapitalismo: onde vamos chegar!
sábado, 10 de junho de 2017
Trabalho, socialismo e pertencimento: mudanças em curso
sábado, 27 de maio de 2017
Engenharia Social: presença na política brasileira
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
A história como vetor de construção da cultura e identidade dos povos
sábado, 10 de dezembro de 2016
Digitalização de prontuários médicos no SUS: medida desnecessária no momento
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Os Perigos da Desregulamentação Econômica
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Esquerda renovada: uma mudança de paradigma
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Uma pequena nota sobre o livro "Aplausos para Cecília" (Sônia Mara)
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Distopia capitalista - a verdade sobre a classe média brasileira
Esta é a ideia do
capitalismo: produzir e criar um exército de consumidores. Com apoio do governo
estas grandes empresas recebem incentivos e faz girar seus produtos. A mídia é
o vetor de propagação, que através de cenários paradisíacos iludem as pessoas que
para ser o melhor deve consumir o produto A, para ser feliz tem de comprar o
produto B e assim caímos neste rolo compressor do capitalismo. Já a classe
média proveniente de um passado que no Brasil a colocava como classe D ou E (
abaixo ou entre a linha da pobreza) , mal tem formação educacional e política,
na verdade é uma vítima do sistema econômico que massifica a população por meio
da ilusão midiática. Vivemos uma grande distopia capitalista, com seres humanos
"androidificados" (robotizados) neste sistema nefasto, principalmente
nós países emergentes, que viraram templos do consumo desenfreados, por serem
mais facilmente manipulados e querer imitar o estilo de vida da matriz global
EUA. Enquanto isso, caminhamos para o caos político, social e econômico,
aceitando as coisas como rês que vai para o abate. Não podemos ser meros
coadjuvantes de nossa história, aceitarmos frações e migalhas informacionais
vindas do meios de comunicação que manipulam nossas mentes e nos transformam em
mortos vivos, necessitando de outros cérebros para nos guiar e sobreviver.
Jamais permitirmos que esses parasitas políticos, que sugam nosso sangue, suor,
salário, aposentadorias e direitos nos representem como homens públicos,
votando projetos e leis que contrariam os interesses e benefícios para
sociedade. Mas infelizmente vivemos num mundo distópico, na qual a democracia é
uma mentira, a liberdade é uma ilusão. Somos escravos do poder midiático, do
espetáculo, da manipulação e do consumo que conforta nossa vida medíocre, por sermos
medianos. Portanto nos falta clareza, opinião e pensamento crítico. O
capitalismo ilude a todos, por ser declarar um sistema em que as oportunidades
são para todos, aqueles que não crescem é porque não trabalham, não criam, não
geram riqueza e lucro, puro engodo, a máxima capitalista é explorar. explorar e
explorar o máximo do despossuído. Então, criar um pequena classe média obtusa e
acéfala, moldada pela mídia para o consumos, enquanto uma raríssima parcela da
sociedade desfruta da riqueza. Pois, Marx já havia previsto no século XIX.
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
As relações de trabalho na sociedade do conhecimento
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
Rede social com espaço político
quarta-feira, 13 de abril de 2016
Não somos vaquinha de presépio - somos cidadão
domingo, 15 de março de 2015
BIG DATA como ferramenta de Business Intelligence (BI)
BUSINESS INTELLIGENCE (BI) - CONCEITO E OBJETIVOS:
PAPEL DA BI NAS EMPRESAS:
BIG DATA COMO FERRAMENTA DE BUSINESS INTELLIGENCE (BI):
- Unificação das informações;
- Facilidade de Compartilhamento;
- Apoio à decisão;
- Segurança de dados;
- Eficiência na gestão de projetos;
- Informações privilegiadas.
O princípio do BIG DATA é pautado no 5 V’s:
- Volume – quantidade de dados produzidos e que cresce de forma exponencial;
- Velocidade – rapidez com que acessamos esses dados para atender o cliente;
- Variedade – diversificação e formatos dos dados encontrados (imagens, vídeo, textos);
- Veracidade – relaciona-se à autenticidade, consistência e confiabilidade dos dados;
- Valor – está ligada ao custo x benefício, se há uma viabilidade de retorno no investimento de ferramentas de BIG DATA.
sábado, 7 de fevereiro de 2015
Redes de A a Z: parte - 2
- Dinamicidade;
- Estratégias;
- Infraestrutura;
- Fluidez presente nas trocas de informação;
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Redes de A a Z: parte - 1
- Nós ou atores – colaboradores de uma organização, capital humano, pessoas;
- Vínculos ou relações – ligação entre um ator e outro;
- Cliques;
- Centralidade – distâncias entre um ator e outro;
- Fluxos – evento que se manifesta numa relação.
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Fig. 1 - exemplo de representação
formal nas redes.
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- Centralizadas – com estrutura hierárquica, que possui um nó central, ao ser eliminado afeta toda rede.
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Fig-2: exemplo de rede centralizada –
forma estelar
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- Distribuídas ou descentralizada – forma uma malha, onde os nós tem a mesma importância entre si, e para alcançar um deles existem vários caminhos possíveis.
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| Fig-3: exemplo de rede distribuída ou descentralizada – forma circular |
Natureza






