segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A verdade sobre o que comemos

Estamos morrendo aos poucos por causa dos alimentos que ingerimos todos dias, uma simples salada pode determinar o nosso fim, a carne que consumimos pode ser a causa da maioria dos casos de câncer. Caso não acredite vejam estes vídeos: http://www.youtube.com/watch?v=gkQN5gopWSU&feature=related e http://www.youtube.com/watch?v=KxY8Vxzfb-4 ambos relatam a dramática e terrível história do uso dos agrotóxicos e sementes geneticamente modificadas. Estes vídeos contém informações que são relevantes a todos nós, além de mostrar como as grandes corporações do setor químico dominam o mercado com seus produtos altamente tóxicos, sem sofre qualquer intervenção por parte do estado. Indústrias como a Monsanto, considerada a maior empresa de biotecnologia do mundo, indiscriminadamente coloca em risco a saúde dos indivíduos com seus produtos derivados de experiências genéticas, da qual muitos nem forma comprovados cientificamente. Este é um mercado bilionário, onde essas indústrias não querem perder mercado, só visam o lucro, não importando as consequências. Mas o grande problema é a conivência dos governos, que com suas leis frouxas e a corrupção permitem que essas empresas despejem seus produtos sem qualquer retaliação. Vários estudos e pesquisas científicas já comprovaram que grande parte dos casos de tumores malignos, doenças degenerativas e dermatológicas são provocadas pelos componentes químicos, por exemplo a Dioxina utilizados em herbicidas, fungicidas. Quanto aos alimentos transgênicos a situação é calamitosa, devido ao fato das pesquisas serem pouco conclusivas e não provar uma ligação direta das sementes transgênicas como causa de certas enfermidades. No entanto essas indústrias acabam manipulando os resultados e desmentindo essas pesquisas. Na verdade, essas indústrias atuam de maneira totalitária, impõem aos agricultores locais o uso de seus produtos sob forte ameaças, além disso usam a tecnologia midiática para mostrar de forma mentirosa como seus produtos podem beneficiar o mundo com o aumento da produção agrícola. Agora eu pergunto, se essas indústrias são realmente capazes de acabar com a fome no planeta com a produção de transgênicos, por ainda temos bilhões de pessoas passando fome. A resposta é muito simples, elas só se interessam pelo mercado consumidor que gera lucro e mais lucro, não se importando com as consequências. Assim utilizam do artifício midiático para mostrar quando seus produtos são benéficos ao mundo.... essas empresas não passam de uma grande farsa. Nas mãos delas não passamos de simples cobaias.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Um pequeno conto da vida

Sabe, estou cansando de ouvir tanta besteira que aparece nesses meios de comunicação, não aguento mais ouvir falar em corrupção na política, no futebol, ou na violência gratuita dos jornais diários. Fico aqui pensando para onde vamos se o mundo continuar desse jeito. Como falou um velho amigo meu, apesar de sua aparência desleixada e comportamento um tanto anti-social, as vezes em sua lucidez ele diz coisas que me faz pensar se realmente precisamos de ser tão selvagem neste mundo hostil, atualmente não dá para ser cordial como uma "Lady Inglesa", pois só aqueles dotados de rudez e extrema virilidade sobrevive neste mundo caótico. As vezes acho que este meu amigo exagera em suas divagações, mas até que ele pode ter alguma razão. Basta, observamos os acontecimentos cotidiano. Por outro lado, todo mérito de suas palavras são jogadas por terra, ao passo que a "delicadeza do sexo frágil" vêm tomando frente nas empresas, na política e também nas grandes questões nacionais. Isto serviu para humanizar mais a sociedade, torná-la mais focada nos problemas sociais, ambientais e até mesmo no futebol (apesar de não haver qualquer comprovação cientifica). Meu amigo que me desculpe, respeito muito sua ações nada ortodoxas, mas o mundo é outro, a virilidade e rudez dos filmes de faroeste já não cabem mais neste momento. O que faz sucesso entre as mulheres é o ser compreensivo, que não procura dar uma solução para os problemas e sim aquele que apenas ouve e se sente comovido com a situação. Não dá mais para ser bicho grilo e ficar contestando o mundo, ir contra tudo e todos. A grande onda do momento é viver, simplesmente viver e dá melhor forma possível, do contrário seremos engolidos pelo nosso machismo e pelo neo-feminismo que se instaurou neste velho mundo contemporâneo. Percebam a ironia desta última frase é nela que tudo se resume, para que possamos entender o sentido da vida, se é que tem algum sentido. Talvez nem essas palavras possam servir para entendermos o que tanto desejamos.


sábado, 17 de setembro de 2011

A expressão da arte como reflexão do mundo

O arte é dotada de uma linguagem própria a qual o artista precisa para expressar seus sentimentos. Seja as artes plásticas, o desenho, a pintura, a literatura ou mesmo aqueles que se utilizam da natureza, com matéria-prima simples vindas de árvores, folhas e flores, transformando-as em pequenas obras que muitas vezes não são valorizadas pela maioria das pessoas. De uma simples folha pode nascer flores, insetos em questão de minutos. Não importa, a arte é arte, que dentro de sua função estética vem dar leveza ao mundo e gerar emoções inesperadas aos olhos daqueles que a contemplam. A arte e o seu criador tem o papel social, cultural e até mesmo político de criar uma visão critica do mundo através da conexão de sua obra com o observador. Por outro lado, a expressão artística pode ser algo singular, indistinguível de qualquer outra e assim não remeter a qualquer significado mais profundo. O mundo da arte se apropria das mais variadas linguagens e culturas, que podem ser entendidas de muitas formas, no entanto seus criadores imprimem nelas suas emoções e subjetividade. A arte é algo subjetivo, estético, que pode ser ou não funcional. A mente criativa do artista molda-se conforme suas experiências, cujo seus trabalhos ganham toda uma carga de sentimentos. Esses poucos deuses que detém a sensibilidade de criar, dar vida ao objetos inanimados cores, texturas, formas ou usando símbolos da linguagem na verdade querem apenas que suas obras seja um instrumento de reflexão do mundo.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Seja você também um ser digital

A vida digital proposta por Nicholas Negroponte em seu livro datado de 1995 mostra os princípios das novas tecnologias que estavam se adentrando nas casas das pessoas. O autor sugere uma mudança de um mundo atômico para os de bits, ou seja, onde a informação é nova moeda de troca nesse capitalismo cibernético. Sabemos que desde 1995 até agora as previsões de Negroponte foram além daquilo colocado em seu livro, já ultrapassamos a casa do 9600 bps na velocidade de conexão das redes, atualmente falamos em Mbps ou Gbps; os CDs com sua capacidade de 700Mb foram ultrapassados pelos DVDs, Pen-drives, HDs externos com capacidade para 3 terabytes; a TV digital ou HDTV se concretizou e expandiu para vários países emergentes como Brasil, China, Índia, Argentina e outros. De fato estamos vivenciando a vida digital, por que as empresas enxergaram que havia uma necessidade das pessoas em consumir produtos e serviços de fácil utilidade. Estes serviços ou produtos tecnológicos teriam de apresentar uma interface simples e de alta navegabilidade por parte do usuário, além de enviar e receber mensagens de maneira rápida com alto grau de eficiência. A interatividade é um fator preponderante para as pessoas se comunicarem com maior mobilidade e rapidez. Com essa visão a indústria da tecnologia passa a perceber que a interação do homem-máquina é a mola mestra para a criação de um novo conceito no processo fabril pautado na alta qualidade, personalização e inovação constante, além de uma logística baseada no "Just in time". Mas para que esse processo fabril pudesse ser implantado, seria preciso primeiramente que as estruturas organizacionais fossem redesenhadas e que os antigos paradigmas fossem quebrados a fortes golpes de cutelo. Pois sabemos, que não é fácil para uma empresa fazer mudanças, são dotadas de pessoas -gerentes, diretores e colaboradores com pensamentos e crenças arraigadas - e tentar quebrar isto pode gerar uma série de reações negativas que abalam toda a estrutura organizacional. Afinal, a cultura organizacional é quem vai ditar o grau de aprendizagem, que perpassa exclusivamente pelos grupos existentes dentro da organização. Por outro lado, se a mudança é vista como um certo temor pelos colaboradores, cabem aos diretores e gerentes fazer o papel de intermediador para mostrar que o processo de mudança pode oferecer grandes oportunidades e ampliar a comunicação entre as pessoas. Eu digo isto, devido ao fato da tecnologia ser uma realidade que já bate a porta das empresas, ou seja, é inevitável. Dessa forma, as pessoas queira ou não, vão ter de aprender a aceitá-la e usá-la, do contrário serão engolidas pelo mercado de trabalho. Então se prepare para ter uma vida digital, passe a pensar em bits e não mais em coisas palpáveis e duradouras. Esqueça o papel, lápis e canetas, adote um e.mail, crie suas apresentações em slides digitais, faça reuniões por meio de sistemas de videoconferências, participe de grupos e fóruns on-line, use a intranet de sua empresa para atividades colaborativas. Estes são alguns exemplos de como a vida digital modificou os paradigmas da antiga estrutura organizacional e passou a operar na chamada sociedade da informação e do conhecimento. No entanto, estou apresentando apenas a ponta do iceberg. A verdadeira mudança vai depender somente da sua atitude, enfim ninguém vai querer ser engolido pelas larvas do vulcão ou vai.


segunda-feira, 29 de agosto de 2011

O ECM nas nuvens

Nesses últimos meses eu venho estudado e discutido muito sobre as novas tecnologias de informação voltadas para a gestão de informação e do conhecimento. A que me chamou mais atenção foram as tecnologias que abordam o gerenciamento de documentos e de conteúdos empresariais, que envolvem sistemas inteligentes de indexação, localização e tratamento de documentos, além de softwares de digitalização. Mas uma pergunta ficou em minha cabeça, depois de ler sobre o ECM (Enterprise Content Management) enfim, qual é o significado real desta siglas, será que elas denominam apenas a digitalização de documentos, ou abarcam uma gama bem maior de produtos e serviços de referentes ao mundo da gestão documental. Se ECM é muito mais que capturar, catalogar, indexar, digitalizar e fornecer conteúdos e documentos empresariais, o que mais essas letrinhas podem fazer no mundo da documentação. Ao aprofundar em minhas pesquisas e buscar uma leitura mais consistente sobre o assunto em revistas especializadas e livros pude perceber que a Gestão de Conteúdos Empresariais ou EMC (em inglês) não é somente tecnologia, mas sim uma solução ampla que envolvem processos de gerenciamento de registros, workflow, taxonomias, web semântica, GED, Portais Corporativos, BPM, BPO e BI além de contemplar as normas internacionais para organização de arquivos e documentos. O maior passo da ECM foi a capacidade de integrar sistemas de arquivos e armazenamento, base de dados, colaboradores, gerentes e diretores, departamentos e até mesmo empresas numa rede de informações baseada na rapidez e eficiência. Com o advento da Cloud Computing (Computação nas Nuvens) como uma tecnologia que coloca software, plataforma e infraestrutura como serviço, que são SaaS, PaaS e IaaS, a ECM ganha um novo fôlego, pelo fato dos custos com hardware, software, servidores e banco de dados serem minimizados. A "Cloud" permite que os documentos sejam acessados, transferidos, utilizados de qualquer computador em rede numa fração de segundos. Os documentos digitalizados e colocados nas nuvens podem ser indexados por meio de palavras-chaves, data, título e agrupados por assunto. No BPM (Gerenciamento dos processos de negócios) a ECM por meio de ferramentas de modelagem permite a empresa desenhar suas estruturas e processos de informação e monitorá-las de forma inteligente, melhorando o fluxo de conhecimento dentro da empresa. A gestão inteligente destes fluxos envolvem a captura e uso de informações contidas nos grupos de documentos; Inclusão de instrumentos de indexação de documentos. Eu esgotaria meu tempo aqui para apresentar, debater, demonstrar O ECM em detalhes, o que é impossível pela magnitude dessa ferramenta que agrega uma série de sub-ferramentas, estruturas, processos que ainda é desconhecido pela maioria das empresas brasileiras.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

As redes como sistemas vivos

Essa semana ao ler o livro Conexões Ocultas do físico Fritzjoff Cappra, que por sinal é uma obra de excelente qualidade que todos deveriam ler, passei a compreender a importante relação existente entre as redes não só em seu aspecto social, mas também sob o ponto de vista biológico e tecnológico. Ao delinear estes três aspectos, Cappra cita Maturana e Varela a respeito da teoria da "Autopoiese" que dizem que os sistemas vivos são redes autossuficientes e se organizam e reorganizam conforme sua necessidade. Portanto esses sistemas biológicos podem servir para ilustrar as redes nos aspectos sociais e tecnológicos. As redes vista sob a ótica social tornaram-se um canal importante de comunicação entre as pessoas. Nas comunidades científicas as redes têm um papel preponderante na divulgação de pesquisas, nas trocas de conhecimento e informações. Além disso, a velocidade dessas informações diminuíram de maneira absurda com o advento dessas redes. Ainda no âmbito social, as redes aproximaram as pessoas das discussões políticas e de cunho mais polêmico, como exemplo podemos citar o uso de sementes transgênicas na produção agrícola, que gerou uma comoção por parte dos pequenos produtores rurais, consumidores, ambientalistas e pesquisadores em relação aos malefícios que essas sementes poderiam acarretar a saúde das pessoas e ao solo. Por aí, podemos ver que as redes assumiram um papel de porta voz para aqueles que antes nunca haviam sido ouvidos. Tecnologicamente as redes são um meio físico dotados de cabos de fibra ótica ou ondas de rádios captadas por meio hardwares e softwares (modens, roteadores e cabos que subdividem essas redes em sub-redes). É justamente essa rede tecnológica que permite a existência das redes sociais, mas sem as pessoas a rede tecnológica não existe, ou seja, é uma relação de interdependência. Essa interdependência gera uma complexidade e interatividade entre o homem e a máquina. A interação homem-máquina dentro das redes ultrapassou os limites sociais e tecnológicos, passou a abranger o mundo das organizações, pois grandes empresas viram na rede uma possibilidade de aumentar seu mercado e tornarem-se mais competitivas. Essas redes empresariais passaram a dominar o espaço cibernético com novas fórmulas publicitárias e design atraentes que chamam a atenção dos consumidores. Mas infelizmente, esse novo modelo de publicidade, não resolveu o velho problema das formas de produção pautada na linearidade, que geram resíduos poluentes nocivos ao meio ambiente. Assim pode-se concluir que as redes na verdade são sistemas vivos que produzem informações e conhecimentos, mas que ainda não sabem de forma eficiente e eficaz onde alocar seus produtos e dejetos, dessa forma tornar seu aspecto linear em um fluxo cíclico contínuo, da qual tudo pode ser reaproveitado.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

A necessidade tecnológica no turbilhão do conhecimento

Pesquisadores, filósofos, futurólogos e cientistas de diversas áreas têm apontado que a tecnologia em sua generalidade têm trazido para a sociedade grandes benefícios em termos de informação e conhecimento, já em relação as empresas as tecnologias significaram maior produtividade e ganho de competitividade. O avanço tecnológico, principalmente no campo da ciência da computação e da informação, com o desenvolvimento de softwares inteligentes, motores de buscas, cloud computing, Banco de Dados e outros. Uma outra área que merece ser destacada é a engenharia médica, com inovação em aparelhos e sistemas que permite um diagnóstico preciso e assim indica o melhor tratamento para as doenças. A inovação tecnológica tornou-se um indicador de extrema relevância para crescimento de uma nação. Os países que possuem um alto grau de desenvolvimento tecnológico são aqueles que detêm os melhores índices de qualidade de vida, tais como: o menor grau de mortalidade infantil, maior nível de escolaridade, a renda é distribuída de maneira igualitária e os serviços públicos atendem de forma satisfatória. Isso seria a realidade desejada, mas países como a China, Índia, México e mesmo o Brasil começaram uma nova corrida para a inovação e o desenvolvimento de novas tecnologias, no entanto os indicadores de qualidade de vida não subiram na proporção adequada, não que ocorresse esse aumento, mas ele foi bem menor. Então, o que essa disparidade entre inovação tecnológica e desenvolvimento humano poder gerar no futuro de uma nação? podemos dizer de uma maneira menos acadêmica, que teremos uma massa de excluídos não só digitais, mas sim um grupo de seres humanos destituídos das necessidades mais básicas, que engloba a alimentação, saúde, moradia e principalmente o emprego. Este último quesito como mola mestre de qualquer economia pode desonerar o estado, quando não há contribuintes e ao mesmo tempo gerar um estado fraco em termos de recursos e investimentos. A inovação tecnológica depende de recursos e investimentos, sua grande maioria provêm de empresas privadas que criam produtos e serviços para atender o mercado consumidor. Na outra ponta, a necessidade da tecnologia pelas pessoas foi algo implantado pela indústria, principalmente pelo grande apelo publicitário e campanhas de marketing milionárias, gerando no íntimo da pessoas uma falsa sensação de que tudo que é tecnológico vai aliviar os desejos e angústias. Sabemos que não isso não é verdade, as pessoas vivem muito bem sem as inovações das tecnologias. Como disse Davenport em seu livro Conhecimento empresarial de 1998, "Não basta as empresas investirem em tecnologia, se elas não valorizam seus colaboradores" o que acaba prejudicando as trocas de conhecimento e informação. Para que a tecnologia seja utilizada de maneira proveitosa e traga competitividade nas organizações é preciso que as pessoas se sintam seguras diante dela e tenham uma visão colaborativa. Enfim, estamos num mundo globalizado, que se divide em produtores de tecnologia, que englobam os ditos países ricos e consumidores que importam essas tecnologias com grande defasagem. Essa necessidade tecnológica imposta na literatura dos "deuses da inovação" é uma tentativa de organizar essa explosão informacional ao qual vivemos e dentro de pouco tempo estaremos no olho do furacão do conhecimento. Mas deixo aqui minha indagação, será que todo esse avanço tecnológico irá sustentar ou mesmo controlar o turbilhão que se forma.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A análise das redes sociais no modelo de negócios


Com grande desenvolvimento da Internet nesse século XXI, o aparecimento de ferramentas voltadas para construção das redes sociais tem se tornado um fenômeno. No entanto a ideia das redes sociais não é tão jovem assim, já vem sendo estudado por vários cientistas sociais, da informação, analistas da computação, especialistas em sistemas de informação, administradores e até físicos, com objetivo de entender a comunicação e o relacionamento entres as pessoas. Na análise da redes sociais são observados aspectos como: as ligações ou elos, que podem ser fracos ou fortes dependendo das relações entre os indivíduos - por exemplo se o indivíduo A está ligado a B, C, D ou E, quantos mais ligações tiver ele será forte, então esse indivíduo é tido como o centro da rede. No entanto aqueles que possuem um menor número de ligações, denominá-se ligação fraca, dessa forma encontra-se na periferia da rede. A figura abaixo mostra detalhadamente essa relações presente nas redes sociais, cujo os pontos nas cores verdes, amarelo e lilás demostram centralidade e maior número de nós, ao passo que os pontos azuis e vermelho representam indivíduos mais periféricos e com menor grau de ligação.
Figura: Representação de uma rede social e suas ligações

Mas enfim, por que as redes sociais se tornaram tão comuns com advento da Internet? É por que as empresas estão adotando-as como um instrumento de negócios? Tais perguntas são essenciais para uma boa análise de redes no âmbito pessoal e organizacional. Num primeiro momento, temos que compreender que as redes sociais é um fenômeno sociológico, que envolve questões culturais e etnográficas ou seja, a rede vai se formar por afinidades entre as pessoas, que podem ser religiosas, étnicas. No aspecto comportamental a rede é uma maneira das pessoas vencerem seus desafios, mostrarem suas angústias e até mesmo de encontrar novos indivíduos, dessa forma não ficarem tão isoladas do mundo. Isso faz com que a cada dia as redes sociais ganhem mais adeptos, tornando-se tão popular. Por isso a rede social é considerada uma ferramenta que está imbricada no campo da ciência social, sem esquecer que também faz parte de outros campos do conhecimento, como a ciência da computação, engenharia, física, etc. Mas nenhuma outra área do conhecimento a usou tão bem quanto a ciências da administração, mais precisamente o marketing e a gestão de negócios. Os especialistas em marketing, vendas, propaganda e publicidade observaram nas redes sociais um enorme potencial de negócio, justamente pelo seu caráter colaborativo e a facilidade de disseminação das informações encontradas nos perfis postados. Pois, cada perfil é um grande arcabouço de informação, dele se retira características, que servem como um banco de dados pronto para desenhar produtos personalizados, com alto grau de consumo. Esses produtos devidamente personalizados são colocados nas páginas das redes sociais endereçados diretamente ao perfil. Por exemplo, o Linkedin, Facebook, orkut são as redes mais populares no mundo é sabiamente analisam não só a características da rede em si, mas de cada participante. As mensagens postadas são avaliadas é seu conteúdo pode servir de parâmetro para as empresas de publicidade. No mundo corporativo, parecem que as empresas encontram o seu modelo de negócios na internet, baseado nas redes sociais, que ganhou uma nova denominação redes empresariais. O que ocorre de fato é que antes tínhamos uma rede de relacionamento (Networking) num mundo físico, com pequenos agrupamentos e uma propaganda mais local, ou seja, era uma rede real. Mas agora caminhamos pelo mundo virtual, da cibercultura de Pierre Levy, onde tudo se ampliou com o advento Internet. Os homens de negócios e as empresas perceberam que não poderiam ficar de fora deste grande mercado e tão competitivo.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O vento frio de sua voz

Ah, esse frio que não passa nem aquece minha alma. Nessa noite tenebrosa sinto o sereno cair em meu corpo tão fatigado pelo tempo Escuto as vozes do vento Enquanto lá fora tudo se desmancha Essas vozes se fazem mais estridentes Me latejam de medo e êxtase, Ah, como eu queria você aqui sentada nessa cadeira, com seu vestido branco e poder sentir sua pele rosada em meu corpo nu aquecido pelo teu prazer.  Não teria mais medo e assim nasceria o alvorecer. Mas grito pelo teu nome É tudo se desmancha no ar como os castelos de areia. Não há mais você, o que fica são imagens perdidas no tempo. Mas ainda sinto o sussurrar de sua voz no frio vento.


terça-feira, 2 de agosto de 2011

O que move o Brasil

Brasil agora é uma verdadeira locomotiva movida pela força de seu povo, com um governo que preserva os ideais sociais e acredita que o crescimento do país está na geração de emprego e renda. Até mesmo os grandes grupos empresariais se renderam a uma sina antiga, que para crescer era necessário um sistema econômico, cujo ganho estaria atrelado aos altos juros e preços, que provoca um quadro inflacionário, quem paga por isto é a sociedade, que convivia com a pobreza extrema, desemprego, baixos salários e o poder de compra comprometido pela hiperinflação. Este governo ainda está se construindo, mas suas mudanças são visíveis, principalmente pelo fato de passarmos de devedores para credores de uma dívida impagável. No entanto, o que move um país é seu povo, que gera riqueza com suor do trabalho, além disso estamos desenvolvendo tecnologias, capacitando pessoas, vimos que nossa verdadeira vocação esta nas usinas de bio-combustíveis extraídos de matéria-prima simples presentes no quintais brasileiros, tais como: óleo de mamona, cana de açúcar e muitos outros, que permitirá a geração de renda e concomitantemente desacelerar a emissão de gases poluentes na atmosfera, ou seja, o Brasil será um dos poucos países a contribuir efetivamente com o meio ambiente e ao mesmo tempo obter grande receitas com a venda de energia limpa e renovável. Para que tal fato se concretize é preciso ações imediatas e reais de toda sociedade, a qual o cidadão deve cobrar das autoridades e políticos ações de melhoria seja de seu bairro ou cidade. A participação deve ser constante, mas a conscientização torna-se eficaz quando se trata de mobilizar os outros.


quarta-feira, 27 de julho de 2011

Estou no mundo

Sou um ser que está no mundo em busca de coisas triviais, portador de ideias e sentimentos que vagam pela cabeça, no bolso apenas pequenos papéis que me permitem localizar luminosos de hotéis, que ficam para trás no dia seguinte. Assim caminho pela estrada, como um ser errante que não mais acredita na riqueza e no excesso do capitalismo, lá vou eu sem um amor verdadeiro, apenas paixões dilacerantes, efêmeras como o sol da manhã de inverno. Estou no mundo, nesse mundo grande e velho, que não gira em torno de mim, mas minha cabeça gira com pensamentos maiores que toda a galáxia. Lá se vai mais um dia onde tudo ou nada pode acontecer, vale mesmo é buscar a sensação de felicidade.


terça-feira, 12 de julho de 2011

O falso livre-arbítrio

As escolhas nos pertencem, podemos andar por diferentes caminhos, no entanto aprendemos que existe um preço a ser pago por estas escolhas. Mas o mundo em que vivemos hoje praticamente não tem regras muito bem definidas. A sociedade está carente de seres humanos "deusificados" que indiquem qual rumo devemos tomar. Vivemos uma sensação de falta e excesso ao mesmo tempo, a qual pecamos pelos excessos, não se tem mais limite do certo ou errado. Podemos observar isto na própria mídia, que detém um grande poder sobre a sociedade, nos entupindo de notícias e propaganda. Também somos cada vez mais vigiado pela lentes do poder, que invadem nossas intimidades, com a premissa de nós proteger, mas de quem? se a violência se faz mais constante em nosso cotidiano. A democracia fala de uma liberdade, onde impera o poder da massa em reivindicar e deliberar suas necessidades, no entanto somos calados pelo poder econômico, que nos tira a capacidade de lutar pelas necessidades mais básicas, a de ser homens dignos e livres. Não existe o livre-arbítrio, tudo não passa de esquema social articulado para que façamos o jogo do capitalismo, nos dando a sensação de que podemos livremente escolher nosso modo de vida. Mas se procuramos quebrar com o paradigma imposto pelo "status quo" somos imediatamente colocados na linha de fogo dos sistema. Por isso os novos deuses não tem mais lugar neste mundo, por que eles propõem a mudança, a ruptura com as antigas amarras colocadas a força por aqueles que possuem o poder, falsos deuses eleito pela massa, na crença de que terão o mínimo do mínimo. A liberdade num passa de uma ilusão, que é vendida em propaganda de carros, cigarros e bebidas. Então, todo mundo tá feliz, com sua vida plena, mas basta olhar pela janela e ver que não resta mais nada, além da falsa sensação de que podemos ir para onde queremos, a hora que desejamos.


quarta-feira, 15 de junho de 2011

Um pequeno ensaio sobre o mundo

Não há espaço para lamentações, nem crenças mirabolantes em deuses fajutos, que prometem o céu, a terra e o mar, nesse momento ter fé é desnecessário, por que tudo vai se acabar, queira ou não, somos parte deste cosmos dotado de energia eletromagnética vital, que nos mantém apoiado sobre o manto e o magma terrestre. Nos vivemos em prol de uma física quântica, que une ciência e religião, onde há um observador onipresente, uma força construtora e destruidora de um universo a beira dos caos. Mas o caos é necessário, para reformular a criatividade, a inovação e a inventividade dos seres humanos. O homem, ser humano dotado de inteligência e ao mesmo tempo de uma ignorância vil, precisa construir mitos, crenças e deuses para culpá-los de suas mazelas e flagelos. Assim, tornar-se livre para cometer atrocidades contra a natureza, além de escravizar, pilhar e dominar seus semelhantes. No entanto, estamos chegando ao limite do egoísmo, com esse modelo econômico nefasto, que pilha os recursos naturais e o transformam em bens de produção e de consumo, justamente para atender as necessidades de uma grande parcela da sociedade, que apenas desejam consumir e consumir cada vez mais, no intuito de preencher um vazio. Do ponto vista psicológico, as pessoas tem desejos que devem ser satisfeitos, muita delas veem no consumo uma forma de satisfação, ou seja, tornou-se uma doença. Então o capitalismo se aproveita disso para obter lucro a qualquer custo. Mas alguém deve conter esse modelo, o governo com suas leis e regras seria a instituição indicada para mediar essa relação entre o capital e a sociedade. No entanto, a maioria dos países desenvolvidos a regulação do mercado é ínfima, dessa forma as grandes empresas estão a margem das regras e lutam para terem mais competitividade e assim usam de todos artifícios para obterem recursos naturais, minerais, a fim de produzirem e saciar a vontade dos consumidores. Com isso, todo mundo perde, por que as riquezas naturais são finitas, além da produção agredir rios, florestas, geleiras, contribuir para o aquecimento global e aumento da emissões de gases tóxicos, estaremos fadados à mudança no clima, com regimes de chuvas mal distribuídas e secas mais prolongadas, enchentes, furacões. Tudo isso é consequência do egoísmo, da ganância e desprezo daqueles que detém o capital e também da ignorância da sociedade, que vê no consumo excessivo algo normal, é nem se dá conta que pode prejudicar mais sua própria casa.


sexta-feira, 10 de junho de 2011

Planeta rumo ao fim

A cada dia observamos que o mundo está mais perto da destruição total, tudo pela ganância do homem neste mundo capitalista. O capitalismo não é e nunca será um modelo justo, que contemple a igualdade entre as pessoas, pois sua filosofia se baseia no consumo excessivo de produtos, que traz uma série de danos ao planeta, sendo que há um enorme gasto de matéria-prima na cadeia produtiva, isto gera o desgaste de florestas, poluição de rios, mudanças climáticas, que afetam diretamente o planeta. Por outro lado, temos a sociedade consumista, que participa como cúmplice do jogo capitalista, adquirindo seus produtos, que na maioria das vezes é por simples impulso. Por simples egoísmo daqueles que querem apenas lucrar e ignorância das sociedade consumista estamos indo rumo as caos sem volta, que culminará no fim de nosso planeta. Nos mesmo vamos determinar nossa destruição, se não começarmos a pensar de forma clara sobre o tema, repassar aos outros nossas boas ações em relação a conservação do meio ambiente. Principalmente trabalhar com as crianças de forma didática sobre o que está ocorrendo em relação ao mundo atual.


segunda-feira, 6 de junho de 2011

Modelos de negócios na Internet

Uns dos grandes questionamentos dos especialistas, engenheiros, empresários, empreendedores, foram como transformar a internet em um modelo de negócio rentável e seguro. Mas se observamos uma linha do tempo imaginária, iremos enxergar que a explosão da teia mundial de computadores em meados dos anos 90, já previa grandes mudanças na forma de captar clientes, através do contato por e.mail e uso de listas e diretórios, no entanto sem uma interface gráfica moderna e atraente. Grandes empresas estavam surgindo na rede, como a Yahoo, os buscadores Alta Vista, Lycos, que forneciam aos seus clientes serviços de e.mail, motores de busca, diretórios e páginas amarelas. No entanto a internet tem seu maior avanço com o lançamento de empresas como o Google em pleno século XXI, que oferece aos seus clientes e outras empresas um serviço diferenciado de marketing. As redes sociais se tornaram o ponto alto da internet atualmente, permitindo que as pessoas interajam e agreguem amigos, no entanto para as empresas as redes sociais é um importante repositório de informações, sendo um modelo de negócios que por meio das informações de cada ator da rede permite que as empresas possam desenvolver produtos e serviços personalizados. Hoje os sites de compras coletivas mostram que o modelo de negócios na internet está bastante maduro, e que as empresas finalmente passaram a acreditar que é possível obter competitividade e lucro na rede. A evolução da Internet tornou-se um caminho natural para que as empresas possam divulgar, vender e comprar produtos e serviços.


sexta-feira, 3 de junho de 2011

Lei da ação e reação no mundo dos negócios

Na Física Newtoniana, a lei da ação e reação diz que todo corpo que sofre uma ação terá uma resposta de igual intensidade. Podemos ir mais longe com esta premissa da física, por que ela pode ser aplicada em quase todos os campos dos conhecimento. No entanto, aqui vou abordá-la na área da ciência da informação e do conhecimento, também nos processos empresariais. Primeiro temos que compreender que a ação é o princípio vital para que as coisas possam acontecer, no mundo dos negócios a ação é um processo posterior ao planejamento, ao fazer e a análise, basta vermos o ciclo do PDCA (Plain, Do, Check, Action), dessa forma a ação vai ser o ponto principal para que um projeto possa ser executado, no entanto as reações vindas desse projeto pode determinar o seu sucesso ou fracasso. Essas reações são eventos provenientes de como foi conduzida as ações, por exemplo: Se num projeto ocorreram diversos erros, tais como: atraso no cronograma, falta de motivação da equipe, entrega de materiais com defeito ou errados, falta de consenso entre os líderes e não foi corrigido, certamente a reação futura nos mostrará um quadro negativo do projeto. Isso ocorreu por que as ações foram equivocadas. Para que a ações e reações sejam positivas, tendendo ao sucesso é necessário que as empresas e seus negócios busquem além das informações, por que somente informação não é elemento suficiente para se obter vantagem competitiva. As empresas devem agregar é conhecimento, que é o uso e disseminação da informação, para uma posterior tomada de decisão. Os gerentes e executivos sabem que a competitividade é fruto de uma inteligência empresarial pautada na busca de informações externas e internas, mas para obter o sucesso, é preciso a colaboratividade das pessoas e que elas exponham suas habilidades e conhecimentos. É neste momento, que a lei de ação e reação entra, por que se um gerente age de forma agressiva ou passiva demais, sem o menor senso de liderança, a reação dos empregados vai ser de apatia, desconfiança ou medo, onde o clima organizacional vai ser pesado e fadado ao fracasso. Mas se na empresa, o ambiente interno é de colaboração mútua, a qual gerentes e colaboradores tem um relacionamento mais estreito e ambos são motivados a exporem suas opiniões, que gera um espaço de aprendizado e o conhecimento circula de forma mais ampla, certamente a reação tende a ser positiva, com menor grau de atrito entre as pessoas. No planejamento estratégico, os aspectos da lei de ação e reação irão servir para medir as oportunidades, ameaças, fraquezas e os pontos fortes de qualquer empresa ou projeto a ser realizado. Com isto podemos traçar as principais metas, objetivos e a missão de uma organização. Por que as ações colocadas no planejamento estratégico de uma empresa, deve criar em seus colaboradores um sentimento de mudança constante, só assim é que se terá um ambiente de aprendizagem contínuo.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Palavras, mais nada apenas

As palavras não me pertencem
O que falo é jogado ao léo
Se dissolvem ao vento sul
Com elas construo meu mundo
Um mundo nu e cru
Cheio de sons
Que me amedrontam na noite fria
As palavras me consomem
Me tornam mais vil
Na tirania do mundo
Elas me confortam
Nelas me perco
Me desconstruo
Ai de mim se não fossem as palavras
Não seria um ser no mundo
Apenas um homem
Que sem palavras
Não teria desejos e nem sentimentos
Seria apenas como as marés
Que de uma lado para o outro se desfaz

terça-feira, 3 de maio de 2011

Contando sua história

Dar voz à aqueles que não tem voz, a capacitar as pessoas para que conte sua trajetória de vida, mostre sua angustias, medos, esperanças e crenças foram possibilitada pelas mídias, através do conceito do storytelling ou melhor dizendo as narrativas digitais. Com essa técnica, muitos documentários e filmes foram produzidos, pessoas comuns se transformaram em celebridades. Lembre-se desse nome "Storytelling" uma narrativa linear e temporal que vai além dos espaços acadêmicos. Essa técnica vai além do formato lúdico e serve como meio de aprendizagem para lidar com as tecnologias midiáticas. Podemos encontrar no Storytelling um elemento didático, que permite as pessoas aprenderem na prática a construir contextos culturais, sociológicos e históricos. O vídeo aqui apresentado é bastante experimental, foi o meu primeiro contato com o Storytelling, sendo que nesta técnica busquei enfatizar não a imagem, mas sim minha relação com um momento em que vivi. Portanto, no Storytelling, não é a imagem em si que prevalece, mas sim o conteúdo que se deseja transmitir. Observem o vídeo é vejam a correlação do tempo e o fato. As instâncias vida, tempo, situação, ação, momento e emoção é que permitem o ator construir sua história e narrativas. Geralmente o ator é protagonista que faz a história acontecer.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Centro de conhecimento Mente Global


Caros leitores e amigos venho aqui hoje fazer um pequeno trabalho de publicitário e divulgar este importante empreendimento que visa levar para os outros um ambiente de conhecimento, aprendizagem e lazer. Entrem no site adonaizanoni.com.br e conheçam o futuro centro do conhecimento Mente Global, um projeto que busca integrar homem, sabedoria e natureza. Ajude-nos a divulgar este projeto em suas rede sociais.


terça-feira, 29 de março de 2011

o ser humano em desarmonia com o cosmos

Meus caros leitores, venho aqui hoje para deixar uma mensagem de apelo sobre o que está acontecendo com o nosso planeta. Nos sabemos que a natureza não nos pertence, mas sim ao conjunto de coisas que compõem a bela paisagem geográfica. A natureza responde as nossas agressões, é algo que provém da física , mais precisamente da lei de ação e reação de Newton, cujo uma força reage com mesma intensidade quando sofre uma ação de outro corpo. Basta vermos uma série de acontecimentos que estão ocorrendo ao longo dos anos. Talvez esta última foi a mais forte e devastadora, a qual um tsunami de proporções gigantesca causada por um terremoto de 8.9 graus na escala ritcher arrasou completamente uma cidade no Japão. Para agravar mais a situação, tal acontecimento destruiu uma usina nuclear, provocando o aquecimento dos cilindros que contém material radioativo, portanto a liberação destas partículas, pode significar a destruição de parte da humanidade, ao passo que em contato com ar são levadas a quilômetros e quilômetros de distância. Os altos níveis radiação podem ser altamente prejudiciais a saúde, provocar a longo prazo tumores maléficos, alterações genéticas em crianças, como deformidades físicas. O contato direto com essas partículas radioativas provocam queimaduras e levam a morte. Essa cadeia de eventos catastróficos é uma reação do planeta em relação a ocupação geográfica desordenada do homem. O Japão é um exemplo disso, pois ocuparam e urbanizaram uma área que possui uma enorme falha geológica, em que as placas se atritam constantemente, assim provocam enormes tremores de terra. Nos, seres humanos com nosso ideal de produzir e consumir, acabamos criando atitudes que geram a desarmonia entre todo o planeta, pelo fato de estarmos a todo momento modificando a paisagem natural, assim geramos desertos, florestas, mas também criamos megalópes que destroem toda fauna e flora, modifica o curso de rios e mares, com isso a natureza dá sua resposta.


segunda-feira, 7 de março de 2011

Organização de documentos, um novo modelo de negócio


Na maioria das empresas que eu tenho visitado percebi que os executivos tem tido uma grande dificuldade em encontrar documentos presentes em seus arquivos sejam físicos ou digitais. Claro que o papel dos executivos não é localizar documentos, mas sim tomara decisão. Neste momento é que entra em cena o profissional da informação (Bibliotecário, gestor de informação, arquivista e analistas de informação) que tem como função primordial selecionar, catalogar,classificar, indexar, disseminar e prover o acesso a informação como um meio para que os outros possam utilizá-las, mas qual a vantagem de se criar um centro de informação nas empresas? a resposta é simples: "COMPETITIVIDADE", pois as empresas buscam lucros e necessitam de mercados, no entanto para se desenvolver devem obter informações, conhecer constantemente seus clientes, fornecedores e concorrentes, atualmente toda informação encontra-se até mesmo dentro da empresa, as vezes nem ela mesmo sabe disso, acabam duplicando-as sem necessidade. Portanto o profissional da informação age pontualmente na dinamização do fluxo informacional, levando aos executivos o conhecimento necessário para que a tomada de decisão seja eficiente e eficaz para os negócios. O uso da gestão do conhecimento e inteligência empresarial são conceitos voltados para decisão estratégica e aprendizagem organizacional, como forma de ampliar as melhores práticas e evitar multiplicação de informações repetitivas ou redudantes. Já o uso das tecnologias da informação, como os bancos de dados permitem que os excutivos possam consultar informações relevantes para a tomada de decisões de curto prazo e também cruzar dados futuros. A lógica dos bancos de dados é servirem de fontes de consulta e oferecer módulos para impressão de relatórios através de busca por palavras-chaves. Um outro instrumento que vem ganhado força nas empresas como meio de acesso de informação é o GED (Gerenciamento Eletrônico de Documentos) que visa além da simples digitalização de documentos, por que não basta apenas digitalizar, é preciso primeiramente selecionar os documentos e classificá-los por assunto ou departamentos, após essa tarefa inicia-se a digitalização e por fim a indexação destes. No entanto, o mais importante é treinar as pessoas no uso destas tecnologias, ensiná-las como elaborar uma busca efetiva, assim podemos dizer que a razão de tudo é o usuário, que é o verdadeiro cliente, é ele sempre tem razão. Organizar documentos numa empresa deixou de ser uma tarefa eminentemente operacional e passa a ganhar status estratégico que requer conhecimento da estrutura da empresa e deve antecipar as necessidades dos seus executivos. O papel das tecnologias de informação é aumentar a rapidez e eficácia das informações que circulam e diminuir a incerteza das decisões.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Laranja Mecânica: uma discussão sobre a sociedade do Espetáculo de Guy Debord

Laranja Mecânica para começar é uma obra prima do diretor Stanley Kubrick, que em sua carreira produziu e dirigiu filmes que retratam as mazelas humanas, o desgaste das relações entre as pessoas, a violência, Além de enaltecer os anti-heróis. Estes temas podem ser vistos em filmes como de Olhos bem fechados, Barry Lindon. Se observamos Laranja mecânica, ele continua um filme atual,que se aproxima muito da Sociedade do Espetáculo proposta por Guy Debord, como critica a sociedade capitalista, que gera seres desajustados e dementes preocupados apenas em satisfazer seus desejos de consumo. Portanto Laranja Mecânica faz frente a essa debilidade espiritual Debordiana, ao passo que as forças econômicas dominam a sociedade, através da alienação. Assistir Kubrick, não é só ver um filme e mergulhar na psique humana de Freud e buscar entender os desejos mais profundos da "alma" e caminhar pelos labirintos do marxismo que defrontam com a alienação e espoliação do ser. Assim podemos dizer que não só Kubrick, mas também cineastas como Godard, Truffaut e no Brasil Glauber Rocha, cada um a sua maneira utilizou o cinema como arma política e social contra o regime imposto pela elite. Enquanto instrumento para revelar as barbáries cometida pela sociedade ou mesmo cidadãos. Enfim, Laranja mecânica não dever ser assistido com desprendimento, por que ele é um filme chocante, que ainda nos faz refletir sobre a violência, a sociedade e principalmente sobre o "niilismo", que poderá abrir uma nova discussão.


sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

O tempo e a vida

Um velho amigo me disse uma vez: "o tempo é cruel", fiquei a pensar será mesmo. De certa forma ele tem razão, o tempo nos envelhece, torna o nosso corpo mais frágil e suscetível a doenças. Mas podemos retardar esse envelhecimento com boa alimentação, ou através de ações mais radicais como cirurgia plástica. Mas aqui não nos interessa falar dessas questões médicas. O que vamos debater neste pequeno ensaio é uma visão filosófica do tempo, como ele pode afetar nossas impressões sobre o mundo. Primeiramente, o tempo é visto por cada ser humano como uma instância relativa e não absoluta, isto no plano do inconsciente. Segundo as afirmações da filosofá Viviane Mosé, o tempo para uma criança é diferente para o adulto ou velho, isto mostra a relatividade do tempo no espaço. Por exemplo: quando temos seis anos de idade parece que o tempo corre mais devagar, suavemente, os dias são mais longo, posso intuir que isto deve-se ao fato de termos menos atividades. Do contrário, um senhor de noventa anos de idade, por estar mais perto do fim, o tempo parece correr mais rápido, o dia parece ter menos de 24 horas. Nossa vida é construída em função do tempo, pois "Albert Einstein" em sua teoria da relatividade mostrou que o tempo é relativo ao espaço. Ao pensarmos o espaço como um elemento da filosofia, e não da física, o homem torna-se o objeto de ação do tempo, ou seja homem é o espaço a qual tempo irá atuar. Podemos assim dizer que a vida é inversamente proporcional ao tempo.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

A vida é seus múltiplos sentido

As vezes me pergunto, qual é o real sentido da vida, mas vejo que a vida não tem um sentido, ela é apenas para ser vivida. Devemos parar de procurar explicações e agir, seja em causa própria ou de outrem. A vida não cobra nada de ninguém, nos é cobramos de nos mesmos, para satisfazer nossos desejos e também jogar o jogo do capitalismo, indo até ao shopping mais próximo e consumir infinitamente aquilo que achamos precisar em nosso cotidiano. Na verdade não precisamos de muito para viver, basta nos conhecermos e traçar o limite de nossas vaidades. Há, essa maldita vaidade, que me torna arrogante e me cega perante aos outros, por achar que sou um ser superior e melhor, seja por que tenho riqueza ou mais inteligência do que a maioria, assim me dá o direito de humilhar e desprezar as pessoas. Mas no fundo sou um ser mesquinho e intolerante, que às vezes com meu ar de superioridade tento encobrir minha fragilidade e angústia, além de não suportar a dor da solidão. Afinal onde está o sentido da vida? tal pergunta não tem resposta e se tem cada um de nós formularemos baseado em nossas experiências. Para uns serão como as flores do campo ou igual ao paraíso, no entanto existem aqueles que afirmarão que não passa de uma grande mentira, por que vivem a beira de um precipício ou mergulhado nas trevas. Assim, se há um sentido para vida, ela é dúbia ou múltipla, nunca será única e exclusiva do ser vivente. De uma coisa temos que concordar caro leitor, se somos humanos, há vida, mesmo que não encontremos o seu verdadeiro sentido.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Uma educação falida e desinteressante

Às vezes me pergunto, porque o sistema de ensino atual é tão desmotivador e gera tanto desinteresse em nossos alunos. Eu poderia elencar um série de fatores como: baixos salários dos professores, o próprio modelo de ensino que gera conflitos entre alunos e professores, falta de incentivo dos governantes para investir em programas curriculares que sejam atraentes. Mas vou partir do seguinte propósito de que temos uma sistema educacional que não se correlaciona entre si, pois o modelo de educação segue uma linha fabril, datada do século XIX, baseada no pensamento lógico-racional. Quanto aos nossos professores, foram formados (ou melhor formatados) neste século XX para dar sequência a este modelo fabril, com base em disciplinas compartimentadas, como se não houvesse uma relação lógica entre elas, ou seja, o aluno passa em média 4 horas "aprendendo" fragmentos de informações, que na verdade não lhe agregam conhecimento. Para o aluno que vive o século XXI, acostumado as tecnologias e de operarem num mundo mais dinâmico, em que ao mesmo tempo ouve música, lê e.mails, bate papo no MSN, ao chegar na escola e ter que ficar em média 50 minutos enclausurado numa sala de aula torne-se uma tarefa estressante. Nesta, sociedade cuja a informação flui de forma rápida o sistema educacional deve repensar seus valores, cujas disciplinas deve despertar o interesse do aluno, fazer jus a sua realidade, observar os aspectos de uma aprendizagem individual e coletiva aos mesmo tempo, ou seja, deve-se dar voz ao aluno, mostrar que ele é o elemento principal deste processo. Assim, o uso das tecnologias de comunicação e informação, tais como as redes sociais, blogs, wikis e muitas outras entram em cena como um meio para incentivar o ensino, sendo grande aliada dos professores no momento de planejar as aulas.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Gestão do conhecimento: em busca da aprendizagem

Em meados dos anos 90 alguns autores divulgaram o conceito de aprendizagem organizacional, que se resume no aprendizado coletivo ou individual dos colaboradores de uma organização. Tal fator é que determinará a competitividade e as mudanças ocorridas no ambiente interno ou externo das empresas. O conceito de GC refere-se ao processo e estrutura de uso, criação, armazenamento, compartilhamento e disseminação do conhecimento nas organizações. Contudo, a aprendizagem organizacional seria um conceito vindo dos gerentes pensadores, que buscam compreender o comportamento das pessoas diante das atividades que lhe são repassadas. Através disso, afirma-se que um modelo de GC deve estar baseado na aprendizagem contínua dos indivíduos, perpassando sempre pelo ciclo do conhecimento de Nonaka e Takeuchi. No entanto para que este ciclo possa de fato ocorrer as organizações precisam fazer com que seus colaboradores compreendam os objetivos, a cultura, as regras e normas. Quanto aos gerentes deve estabelecer políticas claras em relação ao compartilhamento das informações e valorizar o capital intelectual, como um fio condutor para o desenvolvimento dos negócios. A aprendizagem organizacional é um conceito multifacetado que busca facilitar o aprendizado de todos os membros no intuito de realizar transformações, sejam elas estruturais ou não; reformular as estratégias, estruturas e a cultura das empresas, desenvolver as habilidades dos seus colaboradores, criando um ambiente de questionamentos, desafios e caos criativo, com isso as empresas podem operar de maneira eficiente nos momentos de crise. Conclui-se que a aprendizagem organizacional é um elemento primordial no processo de gestão do conhecimento, mas que depende fundamentalmente da colaboração das pessoas, que precisam se sentir segura para disseminar o conhecimento e capazes de usarem tal conhecimento. Do contrário, a gestão do conhecimento não passará de um mero projeto colocado na gaveta.


segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Quebrando os velhos paradigmas

Meus queridos leitores, sei que estou sumido, mas venho ultimamente observando as grandes mudanças que estão ocorrendo na sociedade. Os velhos paradigmas estão se desmanchando no ar, basta pensarmos que a pouco tempo atrás as minorias não tinham voz e apenas a elite comandava o cenário político. Para exemplificarmos tais mudanças podemos citar numa linha do tempo alguns fatos históricos que nos deixam mentir, primeiramente vamos África na década de 90, com a subida de Nelson Mandela ao poder, que marca o fim Apartheid, ou seja, a segregação racial, que mostrava o ódio dos brancos pelos negros. O século XXI aponta que o preconceito não deve mais existir, principalmente pelo fato dos EUA, uma das nações mais rica do planeta eleger para presidente um negro como homem mais poderoso do planeta. No Brasil, um país que não se diz preconceituoso e que sempre teve no poder a presença das elites dominantes, elege um presidente operário e de origem humilde, nascido nos confins do sertão nordestino, que migrou para a grande metrópole do país em busca de melhor condição de vida, foi operário, sindicalista, deputado, líder de partido e eleito o homem mais poderoso do Brasil, por meio da vontade popular. Agora, mais uma vez os preconceitos e o machismo são deixados de lado e a sociedade brasileira especificamente se mostra mais amadurecida, ao eleger a primeira presidente do Brasil, com mais de 55 milhões de voto. Tudo isto é uma demonstração, proveniente de muita luta e questionamentos sociais e culturais, de que a sociedade é dinâmica e precisa aprender que as mudanças são necessárias para a manutenção da sua própria sobrevivência. Portanto, quebrar paradigmas é uma forma de desconstruir o pensamento arcaico e recriar uma sociedade mais tolerante e com uma visão mais clara de onde queremos chegar, ou seja, é uma evolução natural do ser humano.


sexta-feira, 9 de julho de 2010

Modelagem de sistemas o novo caminho para os negócios - Parte final

Nesta terceira e última parte de nosso estudo sobre modelos e modelagem iremos debater sobre os componentes dos modelos e as principais visões que acercam o assunto. Para começarmos nosso debate devemos entender que os modelos podem ser descritivos quando tratam da organização das informações empíricas, rotulados de modelos de dados, classificatórios (taxonômicos). No entanto a classificação dos modelos variam quanto sua constituição que se dividem em construções sólidas, físicas ou experimentais, mas também podem ser vistos como modelos teóricos. simbólicos, conceituais ou mentais. Essa divisão torna-se uma referência importante na construção de sistemas de informações, justamente por se tratarem de modelos que podem estar no plano real ou conceitual, neste segundo quesito sua função é interpretar as necessidades dos usuários e permitir que o sistema seja interativo. No modelo de informação voltado para os sistemas de informação busca representar o ser humano, como usuário ou parte de um SI é de que maneira estes entes estão relacionados com a aquisição, organização e manipulação da informação. Entretanto, a construção deste modelo que tem seu viés na representação das necessidades do ser humano, torna-se inviável por não atender a realidade e sim apenas elucubrações daquilo que as pessoas pensam, ou seja, estariam num plano cognitivo. Dessa forma, qualquer representação do real através de modelos traz uma certa frustração por parte de seus desenvolvedores, pesquisadores, ontologistas e até usuários avançados de sistemas de informação, seja na construção inadequada, uso de teorias e elementos incompatíveis com a necessidade reais dos usuários, excesso de subjetividade, que podem comprometer o sucesso do sistema e gerar o seu mau uso. No mundo dos negócios, a aquisição de modelos defeituosos trazem um série de perturbações que atingem toda cadeia produtiva deste dos empregados, passando pelos fornecedores e que refletem nos clientes. Isto gera custos incalculáveis, além da perda de competitividade.


terça-feira, 6 de julho de 2010

Modelagem de sistemas o novo caminho para os negócios - Parte II

Ao continuarmos nossos estudos sobre a modelagem de sistemas voltado para o mundo dos negócios, abordaremos aqui alguns conceitos importantes sobre metamodelos. Mas enfim o que são estes metamodelos? podemos defini-los como um processo de modelagem que localiza-se num nível de abstração e lógica superior aos outros padrões de modelagem. O metamodelo captura informações relevantes sobre conceitos, representação de formas (signos) e uso de métodos. Pois a utilização da aproximação métrica permite que se faça uma análise formal do metamodelo, observando os valores métricos do métodos e cálculos. Os metamodelos atualmente tem grande importância nos negócios. A figura abaixo demonstra um metamodelo estruturado num processo de conhecimento organizacional, que representam em suas diversas fases abstrações lógicas das atividades, que são compostas por: tarefas, recursos, normas, atores e seus papéis. Este metamodelo proporciona uma modelagem organizacional baseada na captura de informações relevantes ao processo de conhecimento e aprendizagem por parte de seus usuários, além de oferecer um input e output de dados referentes as atividades.

O uso de constructos, que são ideias ou imagens concebidas especificamente para um dado método de modelagem, é que permite que o conhecimento seja organizado e representado num certo domínio. Tais constructos podem ser um objeto individual, entidade, um armazém de dados ou relacionamentos entre objetos. Portanto os constructos são elementos de fundamentais para concepção dos metamodelos. A análise de um metamodelo é realizada por aproximações métricas que determinam os valores métricos dos métodos. Assim a figura aqui representada demonstra detalhadamente os principais constructos que formam um modelo voltado para o processo de conhecimento no ambiente organizacional.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Modelagem de sistemas o novo caminho para os negócios - Parte I

Atualmente a criação de modelos é um das tarefas mais importante no desenvolvimento de sistemas de informação. A modelagem de novos sistemas de informação oferece um grande diferencial para o sucesso das organizações. Mas o que é um modelo organizacional? qual sua finalidade dentro das empresas? como ele pode ajudar na vantagem competitiva das empresas? essas perguntas são essenciais para que possamos entender os conceitos de modelagem organizacional e aplicá-los no mundo real dos negócios. O desenvolvimento de modelos organizacionais perpassa não só pela tecnologia da informação e construção de sistemas, vai muito além disso sendo que seus conceitos tomam de empréstimo teorias advindas da filosofia aristotélica. Primeiramente devemos entender o conceito de ontologia para depois discorrer sobre os princípios e a construção de modelos, assim a ontologia que desejamos é proveniente da ciência da computação, como um método para partilhar uma representação comum da realidade, ou seja a ontologia é uma especificação explícita e formal para descrever um domínio ou objeto independente como o tempo ou espaço, buscando uma visão simplificada do mundo que queremos representar. Quanto aos modelos, as definições são bastante diversificadas:

  • Construção mental baseada na realidade;
  • Pode ser usado para estrutura que exibe características de vários objetos;
  • Pode ser uma descrição de um sistema;
  • apresenta -se como uma ideia de abstração ou representação;

Dessa forma, os modelos são usados como instrumentos para fazer construções mentais sobre uma realidade ou parte dela, sendo uma boa opção para ideias e coisas. Isto implica que ao se criar um modelo, exige-se o agrupamento ou mesmo o descarte de certas características comuns aos objetos. Então o modelo permite-nos compreender, expressar e aprender sobre certa realidade. No entanto estes modelos podem ser abstratos por serem representações mentais dotados em estruturas formais, que combinam a linguagem formal em seus elementos. Já os modelos concretos correspondem aos sujeitos reais composto de características e requisitos necessários para conter uma ideia ou conceito.

Caros leitores nesta introdução sei que ficou obscuro a relação dos termos utilizados e sua caracterização, ou seja, não ficou muito claro o assunto. Bem, neste momento eu fiz conceitualização do modelo em termos teóricos, para que nas próximas partes, eu possa descrever o uso do modelo no mundo dos negócios, ou melhor, no mundo real.

 


quinta-feira, 17 de junho de 2010

Adquira Já!!!! Biblioteconomia para concursos


Adquira já - Apostila "Biblioteconomia para Concursos", são 117 páginas, sendo 40 páginas de exercícios. Tá muito barato, apenas R$25,00. Formato PDF.
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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Uma escolha para nossa vida

Escolha sua vida, faça dela o melhor para você, escute sua voz interior e siga seu caminho, a verdadeira felicidade pode estar onde você menos espera, dentro de si mesmo. Ouvimos essas palavras o tempo inteiro seja por algum guru da auto-ajuda, cujo objetivo e vender milhões de livros é assim construir sua própria felicidade material à custa de pessoas depressivas e que não acreditam em sua capacidade de fazer as coisas acontecerem. Eu não quero vir aqui é dar lição de moral ou mesmo vender uma receita caseira de como ser feliz. Na verdade essas coisas não são produtos que estão disponíveis nas gôndolas de supermercado. A felicidade é uma abstração que necessita de ente para se materializar, um estado de espírito. Para algumas pessoas é alcançada através da fé, da crença em um Deus criador e poderoso, que pune aqueles que "pecam", mas o que é o pecado? talvez seja algo nocivo e dotado de maldade, realmente não sei explicar isto, deixo isto a cargo dos ditos religiosos. Coisa que não sou e nem pretendo ser, prefiro ser um homem da ciência, um intelectual que busca discutir a realidade humana, os flagelos da sociedade e debater sobre o que faz com que ser humano tenha um vida digna. Mas afirmar que tal dignidade possa trazer uma vida feliz, isto foge a minha alçada. Eu percebo que a grande maioria das pessoas bem sucedidas não se sentem felizes, plenas, estão sempre reclamando que faltam alguma coisa, tentam suprir isto com bens materiais, assim consomem desesperadamente, mesmo assim o vazio nunca é preenchido. O "ter" não supre o "ser", a busca pela felicidade pode estar presente em pequenos atos humanitários, ajudar o outro pode ser um caminho, desde que não seja esperado qualquer recompensa. A felicidade é repartir com outros um pouco de si mesmo.


segunda-feira, 10 de maio de 2010

Deus e a ciência na terra

Ao ver uma bela entrevista do físico Marcelo Gleiser sobre a relação da física moderna com as questões divinas, confesso que fiquei encantado. Eu que sou um homem ligado a ciência pude ver claramente uma explicação lógica para essa separação entre deuses e átomos. Quando o nobre professor Gleiser coloca que a ciência vem para explicar o plausível, o lógico e palpável aos nossas mãos, isto se faz pelas regras matemáticas, dados e experimentos, que podem ser demonstrados por uma mente pensante e capaz de recriar um universo por meio de instrumentos desenvolvidos pela inteligência humana. Por outro lado existem os que creem numa força sobrenatural, manipuladora dos céus e das terras, uma divindade, que não pode ser explicada pela ciência. Afinal, onde eu quero chegar com esta indagação, é muito simples. Se eu, enquanto homem da ciência tenho a capacidade de explicar, indagar e provar que tudo nasce de uma explosão pelo choque entre partículas atômicas de cargas opostas, que não poderiam se encontrar, mas que por probabilidades matemáticas remotas aconteceram, assim denomino de "Big Bang", e deram origem a um universo dinâmico e em expansão, isto é ciência e pode ser provado por meio de hipóteses, basta lembrarmos do acelerador de partículas de Hadróns. Mas há coisas inexplicáveis que vão além da capacidade de compreensão da ciência e do homem, talvez isto pode ser colocado numa categoria ligadas as divindades. De qualquer forma procuramos acreditar em alguma coisa, que nos dê uma explicação, não importa qual seja queremos resposta para nossas indagações, agora se elas preencherão nossos vazios ou não depende da capacidade cognitiva de cada um, da cultura e todo nosso arcabouço de conhecimento. Para fechar este pequeno texto sobre minhas curiosidades científicas, coloco um questionamento aos meus leitores, talvez provocação se Deus e a Ciência não sejam elucubrações terrenas, como forma de tentar explicar nossas incertezas.


terça-feira, 20 de abril de 2010

O desencanto de uma vida plena

Cada dia que passa ficamos cada vez mais desesperançosos com este mundo cheio de imundice, violência e desrespeito ao nosso semelhante. Basta entrarmos nos hospitais públicos para vermos como as pessoas são tratadas, negligenciadas pelo descaso dos "doutores" que em seu juramento zelam pela integridade das pessoas. Mas sabe vivemos num mundo capitalista, onde impera o valor do dinheiro, enquanto a vida das pessoas não representam nada. Todos os dias dezenas de pessoas morrem nas filas de hospitais e postos de saúde sem o devido atendimento, no entanto, para não falar somente dos pacientes, tenho consciência de que o sistema como um todo é precário, reconheço que os médicos ganha mal, enfermeiros e atendentes além de receberem um péssimo salário, muitas vezes são agredidos e convivem com a violência. Assim, temos que refletir e ver que é um problema social, que atinge a todos. Tudo isso é causado pelo fator desigualdade de renda, falta de projetos reais que faça com o sistema funcione de forma adequada, por isso vemos tanta corrupção e a mal conduta de certos profissionais da saúde, que utilizam do ofício de curar pessoas, para ganhar dinheiro, não que eu seja contra de se ter um bom padrão de vida e poder ter dinheiro, mas primeiro devemos pensar nos seres humanos, em sua vida e bem-estar. As pessoas atualmente estão desencantadas, não acreditam que podem ter uma vida plena e saudável com este "maravilhoso" sistema de saúde que aterroriza qualquer mortal neste "nobre" país.


segunda-feira, 5 de abril de 2010

Gerenciando recursos materiais e humanos

Numa empresa os recursos materiais e humanos são indispensáveis para o seu desenvolvimento, no passado as teorias indicavam a terra, capital e trabalho como elementos vitais para o progresso de uma nação ou organização. Hoje os recursos humanos são a razão de qualquer empresa, ela não sobrevive sem as pessoas, principalmente aqueles que detêm o conhecimento dos processos de produção. Já os recursos materiais, que envolvem as matérias-primas e assim agregar valor a elas, transformando em um bem, seja de consumo ou não é fator mais importante da produção. Mas o que é gerenciar recursos? no que diz respeito aos recursos materiais envolve os fatores de planejamento, organização, direção, coordenação e controle das entradas e saídas, ou seja, é transformação da matéria bruta em produtos, da qual existe um processo fabril que agrega valor a produção. Administrar materiais é zelar pelo transporte, suprimento, manutenção e guarda desses materiais utilizados pela empresa. No entanto, para que isto ocorra, a empresa deve investir em pessoas capazes, que tenham responsabilidade de gerenciar estes materiais, é ai que entra os recursos humanos, que deve ser capacitado e avaliado para tal tarefa. Assim podemos dizer que esses dois recursos são parte um somatória, que deve prever o lucro, funcionando como base de uma cadeia de valor produtiva. Portanto, sem os recursos humanos e materiais não existe indústria, nem comércio e nem empregos.

terça-feira, 16 de março de 2010

O mundo dos softwares

A tecnologia assume um papel vital na sociedade moderna, por todos os cantos do mundo sempre nos deparamos com pessoas utilizando celulares, notebooks, caixas de bancos e muitos outros tipos de aparelho tecnológicos. Mas o que faz esses aparelhos funcionarem são os seus softwares. Os softwares são a razão, ou melhor o cérebro destas tecnologias, que estão presentes nos semáforos de trânsito, nos caixas de bancos e supermercados, nos postos de gasolinas, enfim os softwares estão em tudo. O número de desenvolvedores cresce cada vez mais, tornou-se uma profissão rentável e que demanda uma boa formação e muita pesquisa. No entanto, não basta somente ter uma visão técnica e lógico-matemático para criar aplicações computacionais, pois o mercado demanda de pessoas que entendam de negócios e conheçam os aspectos sociais, econômicos e culturais, para desenvolverem produtos e aplicações compatíveis com a realidade regional, sejam de fácil de utilizar e tenham interatividade, ou seja, atendam as demandas do usuário. A relação entre desenvolvimento de software e usabilidade atualmente é a grande preocupação das empresas de tecnologia de informação, buscando cada vez mais criar soluções com interface amigáveis e intuitivas. Talvez isto seja o princípio básico da inclusão digital, preocupar-se com a criação de produtos simples e voltado para a maioria. Um outro exemplo, são os softwares livres, que visam o desenvolvimento de produtos de uma forma colaborativa e que forneça acesso para maioria das pessoas, principalmente os softwares de cunho acadêmico e governamentais, que tem como objetivo levar informação a sociedade.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Os abalos da América Latina

A comoção é muito grande neste momento, as pessoas tendem a se unir e lutar em prol da causa. Neste momento me refiro as catástrofes que abalaram o mundo nestes últimos meses. No caso do terremoto no Haiti e no Chile, que fizeram parar o mundo e repensar o valor da vida. As pessoas se comovem, não seria diferente com os profissionais da comunicação, que lá estavam cobrindo uma reportagem, em entrevista posterior muito deles se emocionaram ao dizer sobre a tragédia, descreveram as ações das pessoas, o apoio internacional e a história dos filhos daquela terra trêmula, que tiveram seus sonhos jogados por terra. O papel da impressa nesse caso jamais deveria ser um meio frio e descolorido, mas de mostrar realmente como tudo aquilo abalou os corações até mesmo deste profissionais da comunicação. Não queremos fazer disso um espetáculo, transformar as manchetes em um circo de horror, mas sim levar a informação para pessoas, para saberem que existe um povo que sofre com as mazelas naturais e já sofriam anteriormente com o descaso das autoridades, vivendo sem emprego, alimentação, numa pobreza extrema, além da corrupção dos velhos caudilhos que dominam a política desses países da America Latina. Agora exigimos da ONU que cobre dos líderes desses países o mínimo de senso e que reconheçam a dor de seu povo.


terça-feira, 2 de março de 2010

Morre uma parte da intelectualidade brasileira

O Brasil teve poucos intelectuais que realmente pensaram este país e entenderam sua lógica, sua essência, alguns lutaram com armas outros com ideias. Homens que deixaram o legado de seu trabalho e sua história, através das páginas dos livros, das teses e dissertações, imbuídos a descrever a miséria e ao mesmo tempo a alegria de nosso povo. Mas o Brasil perdeu aquele que demonstrou como ninguém a paixão pelos livros, um homem que acreditava na força das palavras e com elas qualquer um poderia mudar, se tornar um cidadão brasileiro. É meus leitores, venho aqui prestar minhas homenagens ao bibliófilo José Mindlin, que foi uma referência para nós Bibliotecários, como ninguém valorizou tanto este profissional tão pouco conhecido pela maiorias das pessoas. Ao divulgar sua paixão pela biblioteca e livros, permitiu que nós bibliotecários, assumimos uma posição frente a nossa profissão, ao mesmo tempo como gestores de biblioteca e incentivadores cultural e social. Portanto, a perda de Mindlin significa um pedaço da intelectualidade brasileira que vai embora. Por outro lado, a obra de um homem não morre e permanente. O seu legado vai permanecer vivo, na imensa biblioteca doada ao povo brasileiro, que a grande maioria desconhece, com obras raríssimas sobre nossa história.


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Mundo de apatia

Muitas vezes estamos fazendo coisas de que não gostamos, vivendo uma vida vazia e sem graça. Isto gera uma série de distúrbios tais como: stress, depressão, problemas cardíacos e outras doenças. Assim acreditamos que não temos controle de nossas próprias vidas, não que eu defenda o controle total da vida com regras, leis, normas que ditamos para nos mesmos, como forma de dar um rumo a ela. Eu acredito na capacidade de mudança, de criar algo que realmente desejamos. Pode parecer difícil, quando não temos foco, objetivos e metas, principalmente quando bloqueamos nossa mente para ir de encontro à nossa verdadeira vontade. Precisamos romper com tudo aquilo que detestamos e deixar de culpara família, os amigos pelo nosso fracasso. Nada é fácil, tudo tem seu preço, temos que abrir mão de certas coisas, para conseguir outras. Mas quando temos desejos reais, que envolve toda nossa motivação, tudo fica mais claro. A primeira coisa é acreditar na mudança, depois traçar metas e objetivos reais. Também, se desvencilhar daquilo que não gostamos de fazer é um passo importante e por fim, ter sonhos e torná-los concretos é o caminho para se ter o sucesso. Vejo que as pessoas andam abatidas, não veem perspectiva no futuro, simplesmente vivem sem um porquê, reclamam o tempo todo, é não tem mais a paciência para esperar as coisas no seu devido tempo. Certas virtudes devem ser cultivadas como princípio básico para o sucesso, entre elas a paciência e a crença. No mundo do trabalho a evidência do desânimo é bem mais nítido, as pessoas produzem sem saber o porquê daquilo, apenas fazem, por que estão alienadas, buscam somente o salário no fim do mês, muitas vezes suportam um chefe, que pensa apenas no lucro e nem se quer oferece um elogio pelo bom serviço. O mundo está apático, as pessoas parecem zumbis que acordam e dormem a base de drogas lícitas, vendidas com a promessa de uma vida plena e feliz, igual as que aparecem na telenovelas.


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Compartilhar é preciso

Na nossa breve existência, jamais estamos completamente sozinhos, em todo momento somos rodeados de pessoas, no trabalho, lazer, escola, viagens, bares e por aí vai. Como seres socializados recebemos a todo momento informações e conhecimentos provenientes das mais diferentes fontes, sejam da TV, rádio, internet, jornais impressos e das própias pessoas. No mundo do trabalho esta troca de informações e conhecimentos torna-se mais constante e intensa por envolver os mais variados conhecimentos, que auxiliam no aprendizado continuo e nas melhores práticas, que fornecem para as empresas maior vantagem competitiva. Criar um ambiente de compartilhamento de ideias nas empresas é mais que uma necessidade, pode-se dizer que é um ato de sobrevivência. Pois, o compartilhamento de ideias, informações e conhecimento gera inovação e produz metódos mais eficazes de produção. Com advento das novas tecnologias de informação (intranets, portais corporativos, wikis, blogs e outros) o compartilhamento de informações e conhecimentos se fez mais presente, por integrar processos, e pessoas, gerando um ambiente mais coloborativo, cujo velocidade na troca de informações é muito maior do que nos processos não automatizados. No entanto, a tecnologia não deve ser vista como uma solução que irá salvar a pátria, sendo que o compartilhamento depende somente das pessoas, da sua motivação e vontade de agregar valor ao seu cabedal de conhecimentos. A empresa que preza pelo aprendizado contínuo, valoriza seus colaboradores e oferecem um ambiente democrático na tomada de decisões, certamente tem grandes chances de sucesso neste mundo globalizado.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Desenvolvendo pessoas

As mudanças ocorridas nos últimos quinze anos na economia mundial foi percebido pelas grandes corporações e também nas pequenas e médias empresas. Entramos na era da globalização, os mercados se tornaram mais competitivo. A busca pela eficiência e eficácia nos processos de produção, a melhoria da qualidade e o aumento na qualificação dos funcionários se tornaram condições indispensáveis para se obter maior vantagem competitiva. Devemos lembrar que as empresas são formadas por pessoas, ou seja, elas são a razão da existência de qualquer organização. Desenvolver e treinar as pessoas nas empresas não deve ser considerado um custo, mas sim um investimento, sendo que estas trazem mais conhecimento e melhores práticas na realização das tarefas. Além disso, o treinamento que é parte do processo de desenvolvimento de pessoas agrega valor à organização, aos clientes e as próprias pessoas. O treinamento é uma forma de desenvolver competências, através de programas de "Mentoring" e "Coaching". Uma das grandes vantagens do desenvolvimento e treinamento das pessoas nas empresas é capacidade delas mudar o comportamento, Pois a busca de novas informações e conhecimento provocam grandes transformações pessoais e gera um ambiente de motivação. Assim a aplicação de projetos de educação corporativa que envolve modelos de formação, capacitação, treinamento asseguram aos indivíduos oportunidades de crescimento dentro das organizações. então, desenvolver pessoas é oferecer a elas uma chance de mostrar que são capazes de produzir com eficácia e mais eficiência. Todavia, aquelas empresas cuja cultura é baseada em processos arcaicos, que não enxergam seus colaboradores como a peça chave desta engrenagem, tende a navegar por águas turbulentas da globalização.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

A arte como forma de protesto social

A função da arte não é só servir estética, para embelezar o espaço ou encher nossos olhos de dúvidas e perguntas sem respostas. A arte seja ela a literatura, artes plásticas, música, a pintura, possui uma função social e cultural na sociedade. A arte nasce em função do homem e da necessidade de comunicação, passando pelas pinturas rupestres, a qual o homem criou os primeiros símbolos dotados de significados para tentar estabelecer um processo de comunicação com os seres de sua espécie, está foi a primeira expressão de arte. Nos meados da Grécia antiga, o berço da civilização, a preocupação com a arquitetura, escultura em pedra vivenciam verdadeiras obras de arte, também há uma preocupação em elevar-se a figura humana, sendo o próprio homem e deuses simbolizados em grandes esculturas. Grandes artistas do renascimento, como Da Vinci, Michelangelo e outros tem em suas obras uma forte ligação com o cristianismo, seria a arte servido aos interesses da religião e apoiadas pelos mecenas. Já no século XX, a arte em todos os aspectos tem uma tendência mais libertária, com viés político e anti-político, focada nos flagelos humanos, correntes como a semana de arte moderna de 1922, no Brasil, que dava início ao movimento antropofágico, que objetiva romper com o as ideias parnasianas. o tropicalismo, com tendências dadaístas, cubistas e surrealistas, tinham na música, na poesia, literatura, o concretismo como ponto de apoio para tentar demonstrar os malefícios de uma ditadura que corroia o pensamento humano e dilacerava com a intelectualidade brasileira. O contemporâneo se apresenta por uma arte mais social, abstrata, não focada no artista, seu criador, autor, mas pelo intervencionismo daqueles que buscam compreende-la, as inúmeras interpretações que são adicionadas geram um novo olhar, que estão além da mera estética.


terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Flexibilizar: o verbo do mundo corporativo

A globalização já não e nenhuma novidade, está ai presente, arrebatando mercados mundiais e ao mesmo tempo diminuindo fronteiras comerciais. Com a globalização nascem novas ferramentas tecnológicas que são aplicáveis as empresas como uma forma de sobrevivência no mercado. Diante desta realidade, aparecem novos jargões no mundo corporativo, com a finalidade de atrair as melhores práticas e ampliar a competitividade, mas nenhum está tendo tanto sucesso, como o termo "flexibilidade", que já até se verbalizou em "Flexibilizar", mas de fato o que é a flexibilidade, para alguns estudiosos da administração significa a capacidade de lidar com as incertezas num ambiente de mudanças, assim inferimos que a flexibilidade nas organizações se refere à capacidade e habilidade destas empresas atuarem num mundo em transformação. As empresas demandam de novos modelos de gestão, na tentativa de reduzir custos e incrementar sua competitividade. Desta forma, as empresas estão cada vez mais dependente de novas tecnologias de informação para impactarem seus processos de produção e atenderem de forma eficiente seus clientes globais. Portanto, as estruturas funcionais, que possuem um organograma mais rígido pode dificultar os processos de tomada de decisão, inibir a criatividade e as iniciativas do trabalho em equipe, contribuir para uma departamentalização de áreas. Ao contrário desta, as estruturas matriciais rompem com a departamentalização e especialização, assim contribui com o aumento da flexibilização e adaptação das empresas que operam neste ambiente globalizado. A estrutura matricial contribui para manutenção dos negócios com maior agilidade, permite o compartilhamento de informações e conhecimento e otimização dos recursos intangíveis. A flexibilidade organizacional nas empresa deve ser vista como um elemento transformador de processos e de pessoas, mas depende do planejamento estratégico, da autonomia dos indivíduos e dos processos de qualidade total.


Natureza

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