terça-feira, 4 de março de 2008

Só o sexo é que satisfaz, mas depois...

A pedido de meus anônimos leitores, mesmo que seja um ou dois, tenho que satisfazê-los. Assim começo a minha pequena ode sobre o sexo, ou melhor seria sobre a orgia, a sacanagem, em miúdos a putaria, a qual nos latinos tanto adoramos. Por outro lado os poetas descrevem suas fantasias sexuais utilizando a sutileza e leveza das palavras, como poeta marginal e prostituído pela noite, um cenário ideal para glorificar as minhas orgias e obscenidades. Então dou início a uma saga que um tanto me encanta, era em torno da três da manhã, de uma madrugada fria de inverno, sei que meus lábios e nariz estavam congelados, portanto garrafa de vodka me aquecia, ao entrar num pequeno bar daquela cidade infestada de ratos e seres do submundo, sentei-me numa cadeira junto ao balcão, lembro que pedi uma dose de conhaque com leite, quando ao meu lado aparece aquela exuberante e monumental mulher, com seus olhos azuis, cabelos loiros, vestida dentro de belo vestido marrom e por cima um sobretudo, então fiquei alguns minutos olhando para ela, talvez ela olhava para mim, pedi ao barman que servisse a ela uma dose de seu melhor Bourbon, que foi aceito prontamente, assim ela veio até mim e agradeceu, e falou assim " - admiro homens como você, que sabe conquistar uma mulher." No momento achei estranho, tudo aquilo estava pra mim, mas conversamos sobre gatos, cachorros, papagaio, trabalho e sacanagem, muita sacanagem,  até que ela me convidou para seu apartamento, paguei os drinks e saímos em seu belo carro, uma máquina, um genuíno Lexus, vermelho sangue de 250 cavalos. Depois de 20 minutos, adentramos um luxuoso edifício, localizado na área nobre da cidade, bem diferente de onde estávamos, ali era quarteirão mais caro do planeta, enquanto isso ela me abraçava, beijava loucamente dentro do elevador, logo paramos em frente a uma corredor, do trigésimo quinto andar, rumo ao apartamento número 354, um espetáculo, uma sala ampla com quadros renascentista, móveis estilo vitoriano, piso de mármore carrara e ali, beijando todo o seu corpo, comecei a despi-la bem devagar, cada peça de roupa era jogada num canto, eu percebia sua respiração ofegante, levemente fui tocando cada pedacinho de seu corpo, ela gemia de prazer, chupei os seus, mordia seu corpo, até que toquei entre suas pernas, ela urrava como uma cadela no cio, parecia que tudo acontecia de forma inesperada, quando a penetrei, tudo se transformou, seu olhar remetia um brilho, o brilho do orgasmo eterno, jorrei toda minha fúria dentro dela, sentia que aquela noite era algo fantasmagórico ou simplesmente uma noite de sexo que veio satisfazer a minha vontade e também daquela loba rica, desconhecida. Na manhã seguinte se fez luz, já não me lembrava mais.... teria sido apenas um sonho.


domingo, 2 de março de 2008

Discutindo Nietzsche

Em uma mesa de bar, já passava da meia noite, entre uma cerveja e outra, nascia assim a discussão filosófica, precisamente sobre o filosófo mais conturbado do seculo XIX, Nietzsche, este homem que alguns dizem que decretou a morte de Deus, mas em sentido? como?... Quando ele fala na morte de Deus, assim entendo, que não num sentido literal, evidentemente (risos), devemos entender que somos seres dotados de desejo e ilusões, algo que futuramente será a base da psicanálise de Freud, sendo este um grande seguidor das idéias Niilistas, mas vamos voltar a minha indagação a respeito da relação Nietzsche e Deus, Pois homem desde sua primitiva existência criaram mitos, crenças e seres a qual possam adorar, venerar e oferecer sacrifícios, a fim de obter a redenção, a paz e mesmo algo que possa suprimir seus desejos. Então Deus se tornou um ser terreno e dotado de um poder julgador aoas atos que fazemos, tudo isto através de meios criados pelo próprio homem, que seria a religião, com seus livros sagrados, algumas tão radicais a ponto de justificar a morte e a destruição em massa. Desta forma, ao ler este filosófo incompreendido pela maioria, o que se abstrai é que a morte de Deus é uma maneira de se libertar das promiscuidade terrenas, não que para filosófo o homem seja bom ou mau, mas sim um ser que não possui a liberdade de escolha, por estar preso as coisas terrenas. Somente a partir do momento em que tornamos "espíritos livres" a qual negarmos nosso sofrimento, algo que impossivelmente consiguiremos, devido ao nosso vazio, enquanto seres humanos e apegados aos mitos. Ser um ser livre é desmitificar a crenças, a superioridade de outras entidades, que nos julgam e nos tornam refém de nos mesmos. Portanto decretar a morte de Deus é enxergar o mundo sem o flagelo de nossas costas e as correntes que prendem nossos pés a uma visão mediocre de que somos pecadores, por atos que muitas vezes está além de nossa compreensão.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

A Grandeza de um passado inútil

As glórias do passado não se repetem no futuro, perde-se no limbo da memória, um dia a grandeza e a nobreza dentro de mim, fazia com que eu sentisse um ser mais supremo, mas agora o tempo me fez ruir, sou apenas um velho, que veleja por uma nau sem rumo, a procura de porto seguro, quando eu partir para uma nova empreitada, por este mar azul cuja as nuvens cobrirão meus olhos, serei do outro lado um ser glorioso. Assim vou me redimir perante aqueles que um dia estiveram ao meu lado. Em mar aberto, levanto as velas encantadas da minha pequena nau ao encontro de terras desconhecidas, enfrentarei com lucidez e humildade os terrores que estão dentro de mim, há... eu capitão dos mares do céu, sobre um sol brilhante, vou de encontro ao meu destino errante, ao longe procuro ver as terras que um dia tanto me falaram, a qual não acreditava existir. Quanto mais me distâncio, vejo o quanto a minha grandeza era algo tão pequeno e fútil aos olhos do que sinto agora, pois a nau leva minhas ilusões e desejos, só vai atracar no porto o dia em que eu estiver em paz. A saga de homem é como o mar, que ao mesmo tempo pode estar calmo e sereno, no entanto pode guardar a fúria de grandes tempestades e destruir tudo aquilo que um dia foi edificado, seja dentro si ou na alma de outrem.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

A informação no mercado financeiro

Nesta nova economia baseada na informação, cujo a velha máxima econômica da sociedade industrial, "terra, capital e trabalho" deixaram de ser a lógica do mercado, não que os meios de produção deixaram de existir e a agricultura desapareceu, seria até estranho viver sem alimentos provenientes do campo. O que quero dizer é que a economia desta nova sociedade pós-industrial, ou também chamada de "sociedade do conhecimento", "sociedade da informação" se baseia nas relações de investimentos, tendo como base o mercado financeiro, através de títulos, ações, e papéis que são negociados. As empresas lançam estes papéis no mercado com a finalidade de obterem recursos para desenvolverem e se firmarem. A busca de informação no mercado financeiro são realizadas por fontes que podem ser informais, por meio de conversas com outros investidores, corretores. Já o investidor que busca os relatórios, anuários, jornais especializados em investimentos, sendo estas fontes formais e confiáveis permitem uma melhor aquisição de títulos e ações mais rentáveis. Para obter sucesso com o mercado financeiro é preciso buscar informações e estudar todo funcionamento econômico, principalmente neste mundo globalizado, a qual o dinheiro não faz parte apenas de uma nação e sim pode influenciar toda economia mundial, ou seja, há uma volatilidade de capital, que pode fazer o investidor perder tudo. Diversificar a carteira de investimentos é um fator importante, sendo que a variedade dos títulos pode equilibrar as perdas e os ganhos. Então, nesta nova economia é preciso estar sempre em busca de informação,  para aprender continuamente. Desta forma lembrar que os antigos conceitos sobre a industrialização, não tange mais a produção de mercadorias e sim a intangibilidade do mercado de capitais.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Relação da informação com universo

Segundo a entrevista do físico Amit Goswni, dada ao programa Roda Viva da TV cultura, ele retoma a importância da fisica quântica em relação ao ser humano e sua convivência com Deus. Portanto sua critica ao materialismo científico, embasado numa pragmatica, que não gerou um conhecimento real a respeito de nós seres humanos. Para o fisico a vida e a morte não se encontra numa localidade espacial ou temporal. Trazendo tal fato para ciência da informação, podemos dizer que a física quântica se faz num terreno ainda desconhecido, apesar de que os estudos em cognição procura dar ênfase ao usuário e a sua busca pela informação, assim penso que se a cognição independe de um mecanismo material, a qual o cerébro pode agir por si só, a informação é um tanto livre de qualquer materialidade, as possibilidade se fazem dentro um campo neutro de pensamento. sendo que somos seres dotados de uma espiritualidade e força , chamada por Deus, mas este vai além da simples localidade, pois Deus é uma entidade côsmica, que não deve estar dentro desta idealização terrena e material.

sábado, 19 de janeiro de 2008

Uma pequena ode para mim mesmo

Tudo foi embora, 
Não vejo mais teu rosto 
Te confundo na noite escura de meu quarto 
Com aquelas que um dia tive 
Choro pelos cantos
 Os desencanto da vida de menino 
Seria mais leve se um dia 
Todas as lembranças 
Não mais atormentasse 
Minha pacata vida 
Quem sou, não sei 
Só sei que vivo miseravelmente 
Um amor distante 
Latindo, como o cão sem dono 
Preso a um passado tolo 
Sem caminho, sem ideais 
Vou só pela sombra que encanta 
Nunca mais verei minha face 
Não quero me encontrar 
Pois, estarei longe, a léguas 
De mim mesmo 
Quando me encontrares 
Não me deixe ali, 
Leve-me de volta ao sol 
Para que possa brilhar.

sábado, 12 de janeiro de 2008

Sistema nada inteligente

A criação de sistemas ditos inteligentes partem da capacidade criativa do homem, que em conjunto buscam soluções para facilitar a vida moderna e tornar mais eficaz e capaz a realização de trabalhos, que levavam horas e horas. A preocupação com a segurança foi um outro fator decisivo para a construção de sistemas inteligentes capazes de monitorar os ambientes, tais como sistemas biométricos, que codificam partes dos seres humanos (olhos e digitais). Mas será que estes sistemas são realmente eficazes, pois mesmos com todos os aparatos tecnológicos desenvolvidos e instalados em museus, bancos, empresas e até residências, ainda sim os assaltos são realizados com extrema proeza. Já no ambiente virtual percebemos que a segurança é um fator imprescindível para o bom funcionamento de softwares e hardware, dessa forma a instalação de programas de firewall e antivírus ajudam a minimizar a invasão de hackers, mas isto não garante uma completa segurança, muitas informações são roubadas e as maquinas são destruídas por este tipo de invasor, que através de falhas simples entram em nossos sistemas passando a operá-los virtualmente. Por isso é importante estar sempre alerta e buscar atualizar os softwares de segurança, trocar mensalmente de senha, não abrir e-mails desconhecidos, formatar a máquina a cada seis ou dozes meses. Lembre-se os sistemas computacionais são programados pelo homem, por isto existem falhas,assim não havendo qualquer inteligência, enfim são máquinas, por isso a dominamos.


terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Tudo acaba assim?

Não dá mais, tenho que ir embora, não acredito que tudo seja possível na distância, cada um vai onde precisa ir, assim caminharemos em lados opostos, cujos objetivos mais diversos se divergem, mas um dia tudo existiu entre nós, sei que foi lindo e muito forte, mas quando os elos da corrente se partem é muito difícil atá-los novamente. As flores do campo murcham com o tempo, as guerras destroem vidas, mas estamos vivos, portanto temos que ir em frente, a vida continua. O amor não morre apenas se transforma em boas lembranças. Este é um pequeno verso de um poema que fiz para ter em minha mente o quanto as pessoas podem representar para nós, jamais são esquecidas. Quero acordar de manhã é ter um bom motivo para andar pelas tortuosas estradas que me levam até você.


domingo, 23 de dezembro de 2007

Arquitetura da Informação: uma nova ferramenta Web para o desenvolvimento

A arquitetura da informação vai muito além do mapa do site, ou das suas características físicas, como: cor, disposição, fontes. Na sua essência a arquitetura da informação busca trabalhar as informações que são destinadas aos usuários e como devem ser apresentadas a ele, no intuito de facilitar e oferecer mais rapidez na busca ou recuperação das informações. É lógico que os desenvolvedores web devem se preocupar com as características físicas do site, pois as cores, fontes e o posicionamento de ícones e imagens refletem no sucesso de qualquer site, sendo que ele é um instrumento de marketing e publicidade, que pode influenciar enormemente nas vendas de um produto ou na prestação de um serviço. As empresas que decidem ter como ferramenta a web para ampliar seus negócios ou criar um novo nicho de mercado, antes de tudo, devem estabelecer regras e fornecer informações que atendam e satisfaçam as necessidades reais de seus clientes, para isso seu site deve ser claro e objetivo, com hiperlinks que façam jus as informações contidas nas paginas, imagens e figuras que não sejam distorcidas e que representem à veracidade do texto, o uso de cores que não impeça a leitura do texto. Estes pontos são apenas algumas dicas que podem contribuir para a construção de um bom site. Portanto cada empresa que decide criar sua website deve levar em conta suas necessidades, assim à criação de um site é algo bastante particular. Enfim, algumas perguntas devem ser respondidas como: Qual é o verdadeiro papel da arquitetura da informação? Quem são os profissionais de arquitetura da Informação? Num primeiro momento o papel da Arquitetura da Informação e contribuir para que haja um melhor gerenciamento das informações, ou seja, ela é uma ferramenta de organização informacional importante na web, ao passo que grande parte rede internet se encontra desorganizada e dificulta a busca e recuperação da informação por parte do usuário. Um outro aspecto da Arquitetura da Informação está ligado ao conteúdo informacional que perpassa pelos estágios de mapeamento, análise, desenho, e publicação de sites. O mapeamento envolve a pesquisa e seleção da informação em diversas fontes, a análise deve observar a relevância dos assuntos, a autoria, o grau de necessidade dos usuários desta informação, o desenho na Arquitetura da Informação se relaciona com toda parte gráfica e estrutural do site e o posicionamento das imagens, textos, vídeos. A publicação é a etapa final do trabalho, cujo resultado será avaliado pelos usuários, que fornecerá ou não um feedback, no entanto cabe ao arquiteto da informação revisar e readequar seu trabalho, caso ocorra este feedback, a fim de satisfazer a necessidade de seus usuários. Quanto aos profissionais da Arquitetura da Informação, irei dar destaque para os bibliotecários, que na verdade são os verdadeiros gestores da informação por deterem o conhecimento na seleção, busca, pesquisa, tratamento e disseminação das informações seja meios impressos ou eletrônicos. Desta forma os bibliotecários passam a ter novos desafios que exigirão o aprendizado continuo e estarem aptos a trabalharem em equipes cada vez mais diversificadas, além de dominarem o mundo digital. Na Gestão da Informação o que busca é ferramentas capazes de gerenciar de forma eficaz toda informação e conhecimento produzido pelas organizações (Documentos, E.mail, etc.). Com advento da internet acreditou-se que está poderia ser a solução para a organização das informações, no entanto a rede não foi capaz de por fim ao caos informacional, pelo contrario gerou uma enorme explosão de documentos em sua maioria com conteúdos irrelevantes. Daí a Gestão da Informação passa a se preocupar com os documentos presente na rede, assim desenvolvendo soluções e instrumentos como os gerenciadores de e-mails, GED, Portais Corporativos e Intranets que permitem os usuários não perderem tempo em suas pesquisa ou troca de informações. Estas ferramentas citadas, além de outras que não se apresentam no texto são provenientes da arquitetura da informação.


terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Criação de Interfaces amigáveis para os usuário: uma caso de usabilidade

O desenvolvimento de sistemas informacionais já não se aplica mais apenas aos desenvolvedores e especialistas em computação, tornou-se ferramenta importante para diversos profissionais, que lidam com a web, tecnologia da informação, arquivistas, designers e bibliotecários, que se preocupam em melhorar a relação máquina - homem, assim passam a criar novos protótipos de sistemas que visam facilitar a vida do simples usuários. Com tal preocupação, nasceram vários termos que se aplicam a tecnologia da informação, outros muito antigos foram remanejados para os recentes campos do conhecimento. Termos como; usabilidade, ontologias, taxonomias, web semântica, inteligência competitiva, sistemas neurais, cibercultura, interação homem - computador. Na verdade, a construção desta relação de termos amplamente conceituados e discutidos a luz das diversas ciências permitiu o aflorecimento de uma novo campo científico, que enquadra-se de forma interdisciplinar na comunicação, computação, biblioteconomia e nas ciências cognitivas, originando paradigmas que determinou a ciência da informação, como uma ciência em plena evolução. Nela nasce toda uma preocupação teórica, que não se limita apenas a estes quatro campos científicos, mas se abre para perspectivas futuras, ao buscar entender principalmente, como deve vir a ser o modelo que aproxima o homem, como usuário, que possui necessidades de informação, do sistema ideal, que lhe forneça uma interatividade, operabilidade e principalmente uma recuperação eficaz dentro das tantas possibilidades a quais deseja. No entanto a ciência da informação, talvez ainda de forma perene não se atinou profundamente para tais problemas, deixando que os informatas se apoderem desta relação sistema - usuário, mas nem tudo esta perdido, ainda a luz para os cientista da informação, desde de que possamos a compreender, que temos uma ciência que lida em diversos âmbitos, não se prende a antigos conceitos. Basta criarmos conceitos sólidos, visando a interdisciplinaridade, tendo por base os já existentes. Então, criar interfaces não é só estar a frente de uma máquina e dar-lhes instruções e comandos, para depois compilá-las, requer toda uma infra-estrutura cientifica, que envolve teorias, conceitos, paradigmas, que um dia serão questionados, aperfeiçoados ou mesmo jogados a fogueira.


quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Desertores de uma causa injusta

Avaliar as consequências do que ocorre em nosso planeta atualmente, em relação às diversas questões, sejam elas ambientais, econômicas ou sociais não parece estar na ordem do dia. Venho dizer isto a vocês, caros leitores, devido ao simples fato de sermos tão egoístas e não darmos a mínima para o que acontece ao nosso redor, bestialmente, consumimos produtos que agridem o meio ambiente, pagamos caros pela consumo de água sem importamos com o futuro e que provavelmente não estará mais disponível para as gerações futuras. Fabricamos todos os dias dejetos que causam doenças e alagamentos, enquanto do outro lado da cidade milhões de pessoas morrem de fome. A maioria das doenças são causadas pela falta de saneamento. A seca em algumas regiões do planeta formam batalhões humanos que sobrevivem na mais absoluta miséria. Ao passo que as grandes nações desenvolvidas desfrutam da riqueza e do desenvolvimento. A economia deve ser percebida como grande vilão, quando se trata de assuntos ligados a divisão de riquezas, pois as guerras e conflitos determinam o poderio de certas nações e flagelam aquelas menos desprovidas. Mesmo as guerras civis comprometem o desenvolvimento econômico e a estabilidade política de muitos países, gerando verdadeiras ditaduras, que beneficiam e enriquecem seus líderes, mergulhando o restante da população a pobreza extrema. Não podemos jamais compactuar com está nova configuração a qual nosso planeta encontra-se, devemos desertar todas as ideias que nos levam a pensar que tudo está dentro da mais perfeita ordem. Toda causa é injusta quando aderimos ao consumo de marcas famosas, até quando vamos ter está visão reducionista de que é assim mesmo, não tem mais jeito. Nossa luta deve ter um novo foco. Pois é preciso fazer uma releitura de nossos valores. Enfim, somos humanos, mas até quando.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Estamos cada vez mais conectados

Se voltarmos no tempo, veremos que para se chegar a qualquer lugar do planeta, viajava-se em média de 10 a 15 dias em navios com péssimas instalações, sujeitos a todo tipo de intempéries, doenças e um alto risco de naufrágio. Somente, a partir da metade do século XX é que foram possível o advento de transportes mais rápidos e com alto conforto. Isso é apenas um exemplo de como as distâncias foram superadas  e o tempo se tornou algo preponderante para a sociedade moderna. A velocidade não ficou restrita somente aos transportes, mas também foi bastante visível nas tecnologias de comunicações e informações, graças aos poderes das engenharias e da eletrônica, que através de suas miniaturizações forneceram aos processadores e equipamentos de informática, mais capacidade de processamento e realização de cálculos mais complexos em frações de milissegundos. Nas telecomunicações, as taxas de transferências de bytes por segundo realizadas nas trocas de informações são absurdamente rápidas. Mas é com a internet que dá se o grande salto na revolução tecnológica, por meio da troca de pacotes de bytes, a internet, através de protocolos de informações, comunicação via IP, chat, e.mail possibilitou uma nova forma de se comunicar, a qual podemos simultaneamente estar em contato numa rede ampla de pessoas e com isto compartilhando mensagens, imagens, entre outras coisas. Portanto esta sociedade proveniente das redes, não se restringe só as pessoas, sendo que as empresas viram que a rede é um grande mercado, que virou um grande espaço de negócios e publicidade. Atualmente se compra tudo pela internet, desde de uma caixa de fósforos, até aviões. O chamado e-business ou B2B, ou B2C e outras tantas denominações tem uma parcela significante no mercado. Talvez o melhor do comercio eletrônico, seja a personalização do produtos e fidelização do cliente. Nessa era tecnológica não temos como fugir, ou estamos conectados para receber novos conhecimentos, que devem ser rigorosamente avaliados, para que possamos discernir sobre aquilo que nos é importante ou não, do contrário viveremos quebrando pedra com um machado pré-histórico.


quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Democratizando a informação, caminho para o conhecimento.

A abertura política em meados dos anos 80 no Brasil, e em alguns países da America Latina proporcionaram ou deveriam proporcionar a liberdade de imprensa, a volta de eleições diretas para o executivo, acesso a informação e outros direitos que cabiam ao povo, seria a volta da cidadania e o fim de uma repressão hostil contra a sociedade. Estaríamos rumo ao processo democrático, cuja os meios de comunicação não mais se calariam diante dos abusos e corrupção dos dirigentes desta nação, mas talvez o aspecto mais importante estaria relacionado a ampliação de novas tecnologias de informação e comunicação, que se adentraram em nosso país e invadindo nossos lares e escritórios. Pois, as inovações, anteriormente, existentes em nações desenvolvidas passaram a ser importadas criando um mercado emergente. Do ponto de vista tecnológico criamos uma enorme dependência de peças e equipamentos para tais componentes eletrônicos. Então, seriamos apenas consumidores de hardwares e softwares avançados, sendo que não temos uma tecnologia própria, que possa auxiliar de forma eficaz na construção de uma sociedade baseada no conhecimento e aprendizado. A verdadeira democratização da informação se faz com ferramentas próprias, seja elas tecnológicas ou não, o primeiro passo é oferecer meios para que isto ocorra, através de bibliotecas, museus, centro de documentações e as escolas, mesmo que está última encontra-se um tanto desmotivadora diante de tantas opções mais interessantes como as salas de chats da internet, blogs, fotoblogs, jogos da internet e outros. No entanto, é preciso conceber que após este anos e anos de regime ditatorial aliada à globalização dos mercados, cujo capital não possui mais pátria, muitos países souberam desfrutar de novas ondas, e nela surfarem muito bem, tendo a informação como uma ferramenta para desenvolver seus projetos e aplicarem no seu mais valioso patrimônio, as pessoas, sejam elas na indústria, nas universidades, mercado financeiro e outros setores. Democratizar à informação é na verdade é permitir que as pessoas exponham suas idéias, assim possam transmiti-las sem qualquer retaliação, ou medo de ser censurado.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Um novo código para o trabalho

Ao ler a obra do grande sociólogo Italiano Domenico De Masi, em que ele remonta toda uma história social sobre o trabalho. O Autor discorre sobre o ócio e sua relação com a criatividade humana. Sua obra me faz acreditar  fortemente que o trabalho não traz nenhuma dignidade e jamais vai nos tornar brioso e valoroso dentro desta nova sociedade pós industrial. O que se vê, é uma nova configuração do trabalho, menos pesado, que leva o homem a ter mais tempo para refletir suas condições e necessidades. Pois, a brutalidade de algumas tarefas apenas fazem com que tenhamos um misero salário no fim dos mês, contribuindo para que aumente o número de miseráveis, bêbados e pessoas descontentes com a própria vida, sem o mínimo de perspectivas. Nesta nova sociedade investir no conhecimento e no aprendizado contínuo é uma garantia de se obter uma vida profissional menos desgastante e mais prazerosa, a partir do momento em que há uma escolha. Hoje temos a opção de oferecer nossos serviços, através de consultoria, ou de forma terceirizada, com a constituição de uma empresa. As vezes temos a impressão de trabalhar mais, ou até mesmo trabalhamos mais, porém com mais qualidade e na convicção de que somos donos do nosso tempo. O lazer também tem seu lugar na vida moderna, por nos permitir refletir com mais tempo nossos projetos e ideias, ou simplesmente para possamos fazer dele um momento de curtição, sem gastar nossas massas cinzentas e apreciar talvez mesmo, o nada.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

O Nascer de uma nova sociedade baseada no conhecimento

Diante das mudanças ocorridas na metade dos século XX, cujo aparecimento de novas tecnologias, principalmente aquelas relacionadas a informática, comunicação e também no próprio campo das ciências, com a afirmação de novos paradigmas e metodologias, a ciência da informação se constrói a partir de múltiplos campos, seja da biblioteconomia, em que apropria-se em partes da ciência social, quando refere-se ao usuário e suas necessidades informacionais, por outro lado a ciência da computação entra como um campo que preocupa-se com a relação da recuperação da informação. Neste caminho a ciências cognitivas e a comunicação também fornecem subsídios importantes para esse caráter interdisciplinar da ciência da informação. A ciência da informação terá sua notoriedade, pelo fato de ser está ciência evolutiva, construída para fazer frente aos anseios da sociedade pós-industrial, a qual podemos denominar sociedade da informação, que tem como característica a necessidade por produtos e serviços de informação, assim forneçam o conhecimento e o aprendizado. Desta forma, a indústria da informação cede a essa sociedade no intuito de ampliar sua vantagem competitiva, como forma de ganhar mercado.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Divagações filosóficas sobre um mundo que tanto queríamos

Ao pensarmos de forma lógica a construção ou mesmo a desconstrução do mundo moderno, nos deflagramos com as incertezas e inconstâncias de sua própria configuração, pois a contemporaneidade nos revela as mazelas do homens e a sua relação com a pisque. A necessidade de ter e consumir perpassa a todo momento como meio de satisfazer os desejos de um vazio eterno. Enfim nesta sociedade em plena transição, cujos meios de produção não mais se revelam em torno dos objetos propriamente dito, mas sim a sua representatividade social, econômica e cultural, pode-se então falar que a nova sociedade está mais preocupada em obter informações a cerca daquilo que adquire e as possibilidades a qual oferece para prover sua carga de conhecimento. Isto talvez seria um novo indicador para que organizações, como detentoras de profissionais, que precisam estar aptos a seguirem a evolução e a inovação tecnológica para desempenharem de forma eficaz os anseios desta nova sociedade. As empresas, instituições e organizações precisam rever suas filosofias e estarem atentas para está nova ordem mundial, cujos mercados não se encontram mais isolados e sim num novo sistema de redes, que pode influenciar e abalar todo o planeta, seria isto o que chamamos de globalização. Então não há mais fronteiras e limites entre os continentes, mas ainda há as barreiras culturais, a não aceitação por certos países de sentirem pressionados pela imposição de certas medidas que contrariem seus interesses. Mas que mundo nos desejamos? é uma pergunta difícil de se fazer, pela enorme desigualdade econômica e social que impera neste planeta. Desta forma a nova sociedade fica restrita apenas às elites das economias desenvolvidas, que ampliam cada vez mais suas oportunidades e passam a dominar as melhores colocações no mercado. Enquanto o restante do mundo padece perante a fome e ignorância.


quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Improbalidades possíveis, causas desconhecidas

Ao acordar pela manhã, pensei sobre várias coisas que ocorrem neste tosco planeta, que existem possibilidades e impossibilidades de tudo acontecer, no entanto se realizam ao nosso contra gosto. Poderíamos imaginar de tudo que nos pode ocorrer durante um pequeno trajeto de casa para o trabalho, sejam elas boas ou ruins. Na verdade os acontecimentos e suas probabilidades estão ligados aos nossos pensamentos, enfim somos aquilo que pensamos ou desejamos. Um fato curioso é tal do "dejavú", ou meramente "alguém fez ou disse isto, neste mesmo lugar a um tempo atrás", será um mistério ou apenas uma coincidência. Na tentativa de explicar os grandes fenômenos "sobrenaturais" que amedrontam durantes séculos e séculos os pobres seres humanos e aguçam a curiosidade de cientistas, religiosos, parapsicólogos, físicos e mesmos leigos que se debruçam em seus estudos para explicar uma série acontecimentos um tanto extraordinários, como por exemplo: a presença de seres extraterrestre, a possessão de espíritos e o trabalho de exorcismo. Alguns estranhos fenômenos como a santa que escorre lágrimas de sangue, até mesmos pequenos milagres que ocorrem no dia a dia de pessoas comuns. Poderíamos dizer que estás são improbabilidades possíveis, que nos assustam, sendo que o desconhecido é sempre algo novo e temeroso ou tudo não passa de imaginação de nossas mentes férteis.


sábado, 29 de setembro de 2007

Loucuras de um país utópico

Meus queridos leitores, desculpe por não estar escrevendo nesses últimos meses. Assim ofereço uma leitura ácida e recheada de bom humor negro, no entanto vós escrevo cheio de crítica e dor pelas ações de nossos brilhantes políticos, que só sabem fazer pizza. Abro esta minha reestréia como cronista, ensaísta e todos outros ISTAS, refletindo sobre a situação geral de nossa maravilhosa nação tupiniquim. Tenho assistido muita TV, principalmente os telejornais, vejo tanta desgraça, que ao quebrá-la, seremos inundados em sangue e molho de catchup, além de um mar de bosta. Meus caros amigos a justiça anda capengando, assassinos são colocados na rua, por que a lei é falha, os Renans da vida pregam sua bunda na cadeira, e ainda falam daqui ninguém me tira, pois eu nego tudo, sou vítima. Enfim que loucura é o nosso país, tá tudo errado, ou só eu que não me adaptei a esta brasilidade. A utopia do contrário existe, está presente nas nossas vidas, basta ver os meios de comunicações, como dizia Renato Russo, que país é este. Tudo que ele falou continua vivo e latente. Vamos dar um Uhhhh!!!!!!!!! para todos aqueles que destroem os sonhos de uma vida melhor e nos roubam sem armas e saírem de suas cadeiras. Este Uhhhh!!!! não é chavista, mas que tudo aqui cheira a enxofre, isto cheira. Obrigado a pelos menos um que me leia. Pode deixar, continuarei a informar as notícias do passado, presente e se possível do futuro, sempre mais sulforoso do que nunca.


domingo, 5 de agosto de 2007

Quando alguém aparece...

Um dia comum, de homem comum, de vida simples, que estava só, não tinha esperança de encontrar ninguém legal para fazer caricias, afagos e beijos. Mas numa festa a qual não conhecia ninguém, ali estava ela, olhando para mim,  em sua direção retornava o meu olhar. Está é uma pequena história da vida que pode ser uma ficção ou realidade. Pois, quando nos sentimos só temos a necessidade de preencher um vazio, buscar alguém que possa mudar o rumo de nossa vida, encher o nosso dia de alegria. É muito bom acordar com uma pessoa especial ao nosso lado. Tudo muda, ficamos mais vivos e menos tristes por ser acariciado. Andei sempre só neste tenebroso caminho, sem esperar por nada, agora entendo o que é ter uma pessoa legal, que venha encher minha alma de calor e carinho.


sábado, 21 de julho de 2007

Amar não é assim

Procurei o amor, mas não consigo
se passo pelo rua todas me atraem
O medo de não ter ninguém me aflige
Assim, sou eu, sozinho, passando dias
em minha casa, na solidão, agora
quero viver um intenso amor
Me amar, mas o que é amar
se o mundo não mais oferece
conhecer as pessoas, mas antes devo
saber que sou.
Amor, um verbo antigo
cheio de medo e confusão..

domingo, 8 de julho de 2007

A incerteza do amanhã

Acordamos todos os dias pela manhã e caminhamos em direção aos nossos empregos, escolas, faculdades ou simplesmente vamos ao bar da esquina para tomar uma cachaça, jogar bilhar e debater sobre nossas frustrações diárias. Assim passa o dia, vem a noite e queremos chegar em nosso lar, tomar um banho quando se tem água e jantar quando podemos desfrutar de adquirir o alimento. Isto é uma vida rotineira, onde o ser humano vive a cotidianamente, mas não se pode esquecer que lá fora o mundo é cão, diante da violência das ruas, assaltos, estupros e assassinatos. Não há onde esconder, mas se trancarmos em casa não teremos mais vida, seremos escravos do medo, psicóticos de um terror urbano. Enfim não temos certeza do amanhã, tudo pode acontecer, não sabemos se chegarmos vivos em nosso lar, mas mesmo dentro dele sofremos as agressões daqueles que o invadem e nos levam os bens e a própria alma, nos ferem com facas, armas e vergonha. Cadê os que nos protegem, onde está os homens da lei, se não há mais lei, quando há, ela é a lei do cão. Queremos paz, amor e menos glória do heróis. Neste mundo violento, somos apenas vitimas, mas contribuímos para sermos cúmplices pelas atitudes que tomamos.


segunda-feira, 2 de julho de 2007

Trair ou não trair, eis a questão

A infidelidade segundo as pesquisas realizadas, tem demonstrado um crescimento bastante vertiginoso nesses últimos anos, principalmente por partes das mulheres. Por que tal fato tem aumentado tanto? umas das indagações dos especialistas está ligado ao novo comportamento da mulher moderna, que está menos dependente do marido, por trabalhar fora e assim ampliar suas relações humanas. Talvez o fator preponderante para a infidelidade feminina esteja ligada a suas necessidades sexuais. Atualmente a mulher não quer ser vista como um objeto de desejo e têm cada vez mais suas fantasias. Partindo de uma análise social, a traição seja do homem ou mulher é vista de uma forma bastante distinta, cujo  homem na sociedade quando trai é algo normal e até salutar, ao passo que a mulher está passível de ser execrada. Seja homem ou mulher quando traídos, as marcas ficam, pois se perde a confiança, o fruto principal para que os relacionamentos possam ser mais duradouros. A perda da confiança desestrutura e destrói os relacionamentos, somos seres dotados de sentimentos. A quebra de qualquer um deles é um passo para desencadear reações que as vezes ultrapassam os limites, que nos levam a cometer atos desastrosos. Por mais moderno que sejam as ideias e os modos da sociedade, ainda não suportamos certos atos que nos desmoralizam. Trair é algo muito pessoal, que diz respeito somente a quem trai, pois devemos respeitar a sexualidade dos outros. Mas temos o poder de renegar o traidor ou perdoá-lo. Isto só cabe á quem é traído, ou seja de uma forma ou de outra ambos tem decisões a tomar.


domingo, 24 de junho de 2007

Triste por um fim tão trágico

Crianças, mulheres, velhos e homens estão todos sujeitos a um fim trágico, neste mundo cruel e enfadonho, quando tudo está perto de tornar-se uma grande geléia geral, então deparamos com a preciosidade da vida, bruscamente imploramos por mais alguns dias, meses ou até anos de sobrevivência. Digo isto, simplesmente pelo fato de nos mesmo estarmos destruindo a cada dia nossa casa, na verdade nem somos nós os verdadeiro culpados e sim aqueles gananciosos capitalista do velho mundo e dos EUA e ainda para piorar vêm a China com a ideia de se tornar a maior potência do planeta, que estão tirando o sossego dos ambientalistas e da própria humanidade. Além disso, voltamos a viver sob a ameaça de uma guerra nuclear, com as sandices desmioladas do mundo islâmico, em gerar mais armas de destruição em massa. São essas "pequenas" atitudes de irracionalidade proveniente desde da Grécia antiga e da Roma de Julio César que tem dizimado parte do mundo, além dos flagelos e pestes que atacam o homem. Mesmo assim vamos caminhando a passo largos, desenvolvendo cada vez mais novas tecnologias para atender ao consumo desenfreado e fervilhante, que traz ao ser humano a falsa sensação de conforto e bem-estar. Enquanto isso, um sábio mendigo me diz, "escuta aqui meu jovem, um dia veremos coisas que nossos olhos jamais poderão suportar ver". Era mesmo um sábio, ou apenas um louco, quem pode saber.


segunda-feira, 18 de junho de 2007

Um mundo da interatividade

Nesta nova sociedade, cuja tecnologia da informação tornou-se uma realidade, um meio de sobrevivermos a tanta inovação. A cada ano é lançado no mercado novas tecnologias de comunicação, telefonia e informática. O mais interessante é que elas estão passando por um processo de convergência, onde as pessoas poderão assistir seus vídeos no celular e também fazer compras pela internet, dessa modo usufruir da TV de forma mais interativa, então jogar seus games por meio dela, visitar bibliotecas através da realidade virtual ou mesmo gravar suas musicas através dos I-Pods, MP5 e outros. Mas, no Brasil, um país de grandes diferenças sociais, cuja muitas pessoas ainda não possuem se quer a instrução básica e não tem acesso a nenhum tipo de tecnologia, como vai ser suas vidas diante desta convergência tecnológica. Se, de fato vivemos uma sociedade da informação, para que ela seja efetiva e completa, todos indivíduos devem estar inseridos neste contexto. O "boom" da internet não deve prezar apenas pela quantidade de documentos, artigos e notícias, mas procurar resguardar pela qualidade e integridade das informações. Algo que na verdade não acontece, pois a maioria é composta por informações imprecisas e até mesmo contraditórias. Cabe a nós especialistas em informação, pelo menos tentar oferecer aos usuários da grande rede "web" e suas variantes serviços que tragam um conteúdo preciso e de qualidade, levando o conhecimento, e uma interatividade que seja proveitosa.


quinta-feira, 7 de junho de 2007

Um pesar na conscência

Quanto tempo acreditei que poderia viver sem culpa, isento de qualquer sentimento, principalmente aquele, que por mais pequeno que fosse, não atingiria ninguém, jamais soube retribuir o carinho que recebia daquelas pessoas, que realmente me amavam. Hoje vejo com pesar, que poderia mudar o rumo da minha história, fazer com que as coisas mudassem, amar mais, sem nada em troca. Buscamos o tempo inteiro o olhar do outro, no entanto não olhamos para nos mesmos. Quando nos deparamos diante do espelho, vemos um ser estranho, patético, cheio de problemas e neuroses. Então, nos percebemos seres doentes, que precisa de ajuda e carinho. Talvez uma atitude de autopiedade e vitimização, a todo momento queremos ser dignos de dó. Tudo isso cria um pesar verdadeiro, que nos faz descaminhar pela estrada da vida, todavia nos enche cólera, desamor e egoísmo. O Ser deve superar a si próprio, sair da condição de vítima e se humanizar com a fragilidade dos outros. Esta é uma rota contraditória, sendo que a maioria prefere ir pelo lado que mais convém, em partes, aquelas onde só se ganha.


sábado, 2 de junho de 2007

O ato de ser humano

Ao caminhar pelas ruas dessas grandes, ou mesmo, médias cidades nos deparamos com pequenos atos de desumanidade, são pessoas esfarrapadas pelo chão pedindo um trocado para o pão, talvez até mesmo para alimentar-se do vício diário da bebida alcoólica e do tabaco. A maioria dessas pessoas um dia se disseram humanos, tiveram lar, família e emprego, no entanto por ironia do destino se viram em tal situação devido as dificuldades que aqui não nos  cabe falar. O que verdadeiramente importa, é que eles deixaram de se considerar pessoas, seres humanos , cidadãos, assim aproximam-se mais de um animal irracional e acabam agindo pelo instinto para sobreviver. Enfim diante dessa constatação, ou melhor, afirmação que provém deles próprios. Qual é a nossa reação e reflexão sobre o que é ser humano. Se avaliarmos os acontecimentos e escândalos dentro da esfera política, midiática e empresarial perceberemos que têm muito magnata, celebridades e políticos mais aproximados a um canino, ofídios ou caprinos, sem querer ofender as pobres criaturas, por não dar a mínima ao que ocorre neste país, e suas mazelas. No entanto, se preocupam apenas em satisfazer seus desejos e enriquecerem cada vez mais às custas destes que se autodenominam a escória do mundo. Então, o ato de ser humano reside onde? Na luxúria, na ostentação e nos meio ilegais de obter bens e poder, ou na favela, na rua e nos lixões das cidades. Por que para ser humano é preciso dignidade, e percebemos que tanto um como o outro não o possui. Mas é que ai reside uma enorme diferença, o primeiro vende-se em nome da riqueza e do dinheiro fácil, ao passo que o segundo foi destituído injustamente desta condição. Portanto encontra-se em si um fundo de dignidade perdido, mas que ali está.


domingo, 27 de maio de 2007

Valorizando a vida e a amizade

Nunca pensei que seria tão gratificante reconhecer uma amizade e valorizá-la. Sempre tive uma certa desconfiança das pessoas, pois assim me ensinaram sempre desconfiar de qualquer um. Isto cria na gente um ar de que todo mundo não presta e só querem aproveitar de nossa falsa ingenuidade, mas, os outros também não ficam com o pé atrás. Quando estamos longe de casa temos que nos apoiar nas amizades que fazemos. Enfim, se encasularmos jamais conheceremos novas oportunidades de crescermos. Não que eu confie em todo mundo, claro que devemos procurar pessoas que tenham boa índole e sejam honestas e sinceras, mas neste mundo de hoje realmente é muito difícil. No entanto se estamos só e o outro também é tentar criar um laço de amizade. Quanto a vida, certamente, é a coisa mais importante que temos. Não haverá um amanhã, se nos seres humanos não aprendermos a conviver uns com os outros de forma pacífica e cordial. Ter amigos de verdade é algo raro, entretanto  há aqueles que sabem o valor de uma amizade, assim reconhecem a vida como algo majestoso e essencial. Já dizia o poeta Gonzaguinha "e a vida é bonita, é bonita".

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Humildade - o dom da compreensão

Ao pegar a estrada da vida é me escarafunchar pelo sertão mineiro, a qual jamais em minha toda existência pensei em fazer. No entanto o destino não é previsível, ali estava eu dentro do ônibus, sem saber o que me esperava, passando por pequenos lugarejos, até me encontrar no fim das Minas Gerais, percebi naquele lugar a hospitalidade das pessoas, sua humildade e a capacidade de compreender o outro. Mesmo sem palavras, apenas por meio de pequenos gestos a demonstração de cordialidade e amizade era visível. Passei então a perceber que também tal tratamento era misto de reciprocidade pelo meu modo de agir e tratar aquelas pessoas, mesmo aquele mais durão e ranzinza me atendia de forma respeitosa e amistosa.  Desde então descobri que por ser humilde e educado com as pessoas, elas respondiam da mesma forma. Percebi que estar longe de casa, dos amigos não foi tão doloroso, quanto parece ser. A partir do momento que as pessoas saibam lidar com os outros, dando-lhes atenção, evitando situações vexatórias e que causem desconforto e discussão desnecessárias o ser humano passa a ganhar mais respeito, tornando-se parte de novos ciclos de amizade. A humildade só e conquistada quando se têm a compreensão daquilo que o outro deseja. Sabemos que é muito difícil compreender e aceitar as diferenças. Nestas minhas andanças por este sertão de Minas, cada vez mais aprendo sobre o ser humano e o seu comportamento diante das diferenças culturais.


terça-feira, 1 de maio de 2007

Uma dura mudança

Às vezes é preciso ter coragem, largar uma vida confortável, onde nossos pais são nosso porto seguro, e assim trilhar um novo caminho em busca de uma identidade própria, começar a crescer e lidar com as dificuldades do mundo. Não vai ser fácil, mas existe no homem um espírito de sobrevivência, cujo ele sabe lidar muito bem. Talvez, pensamos não estar preparado, enfim, fazer novos amigos, lhe dar com hábitos e costumes que não estão no nosso cotidiano, por mais que a gente queira, não agradamos a todos. Mas sair de casa é uma coisa que pode ocorrer por diferentes motivos, seja pelo dinheiro ou mesmo, a busca de novas aventuras. Escolhi tal caminho, com pouco dinheiro no bolso e nenhuma vivência fora de meu habitat, peguei minhas malas e trilhei um caminho desconhecido, não sabia o que me esperava. Até o momento está sendo gratificante, estou numa cidade pequena a qual não conheço ninguém, mas percebo, que os hábitos são iguais a de qualquer um que resida neste imenso país. O calo incomoda, no entanto o calor das pessoas são fascinantes. Não há muito para se fazer aqui, mesmo assim, a cada dia aprendo mais com pessoas simples e hospitaleiras.Todo ser deveria sair de sua zona de conforto e enfrentar a estrada rumo ao desconhecido.


sábado, 14 de abril de 2007

O sofrimento de ser racional

Talvez o fim da humanidade esteja próximo, pelo fato de sermos materialista e largamente racionais. O racionalismo nos faz sofrer, o pensar demais, o analisar e ter que tomar decisões sobre grande pressão adoece nosso corpo e corrói a nossa alma. Nunca se viu tantos doentes mentais no início deste século, crises de depressão, síndrome do pânico, além de outras doenças mais graves. A sociedade atual, principalmente nos grandes centros urbanos convive com a solidão e o medo constante. O ser racionalista não possui uma vida ativa, faz dela um objeto de temores e só acredita naquilo que se vê e se sente, como prova da ciência. Mudar o rumo da vida é passar a sentir emoções, ter fé naquilo que não se vê e sim no que se sente. Pois as emoções abrem precedentes para os sentimentos que tornam o ser humano mais humano e menos egoísta. Vale dizer que a fé, não num sentido religioso ou espiritual, mas sim como instrumento de canalização para realizar os desejos e até mesmo de cura perpassa pela emoções, cujo racionalismo  torna-se inviável e até mesmo antagônico. O racionalista realmente sofre de forma invisível, pois canaliza um excesso de pensamentos baseados na retórica enviesados por uma verdade nem sempre real e comprovada pela ciência. Portanto, as vezes acreditar em algo que nos foge a uma explicação lógica pode ser um caminho para a felicidade.


sábado, 7 de abril de 2007

Preservar o mundo

Em meia a tantas desgraças, ainda sobrevivemos em um planeta caótico, cuja florestas estão sendo degradadas, os rios poluídos, o excesso de gases poluentes provindos das fábricas, carros, e a enorme quantidade de esgotos lançados ao mar e rios são as causas que contribuíram para que os regimes de chuvas fossem alterados, provocando quadros irreversíveis de secas em diversas partes do mundo, o desmatamento das florestas criaram verdadeiros desertos e agora percebemos que o planeta está muito mais quente, a temperatura já varia em torno de 2 a 3 graus Celsius. Toda essa  mudança climática provoca um enorme desconforto ambiental, gerando mais dificuldades para o plantio, criação de animais, e conseqüentemente amplia a pobreza e a fome. Portanto não basta só para os países ricos falarem que deve se preservar a Amazônia, que é o berço ecológico do mundo. Mas olharem para dentro de suas casas e verem o quanto eles gastam em água, produtos industrializados a base de petróleo, além de diversos outros que destroem a fauna e a flora e são poluentes a natureza. Não devemos aceitar de forma alguma que aqueles países que nos impõem medidas de proteção ambiental, sejam os mesmos que mais gastam energia e devastam ambientalmente o planeta. As ONGs que trabalham neste sentido, deve trazer projetos concretos e exigir que suas nações façam políticas de proteção ambiental e também trabalhem para que ocorra a educação e formação de cidadãos comprometidos com a preservação ambiental. Somente o desenvolvimento, sem a consciência de que é preciso manter a sustentabilidade para futuras gerações será a condenação da espécie humana ao fim.


domingo, 1 de abril de 2007

A nova versão do feminino

As mulheres deixaram seus lares e filhos, aprenderam que possuía força e poderia movimentar a grande roda da história e fazer uma nova revolução, a revolução de saia. Essas mulheres vistas até mesmas por outras eram taxadas de anti-sociais, rebeldes e loucas, no entanto ganharam adeptas e seguidoras que já não queriam apenas ser meras coadjuvantes da história e sim, parte importante dela. Neste século XXI percebemos que tal luta não foi infrutífera, grande parte das empresas tem em seus quadros diretivos mulheres, que possuem tanta competência como qualquer um. Na política, nas artes e até mesmo em serviços pesados elas dominaram. Portanto na contramão da história, os países mais pobres ainda enxergam a mulher como uma peça, um objeto de sexual, que deve apenas satisfazer o desejo dos homens e servi-los nos momentos que desejam. Segundo alguns psicanalistas, a mulher é detentora do poder, pois sabe seduzir e extrair do sexo oposto as suas vontades. Às vezes, são ardilosas e segura de seus desejos, mas também trazem em si uma certa fragilidade oportuna, a qual desconhecemos. Mulher, o ser que enlouquece qualquer homem, que fascina e amedronta. hoje livre de preconceitos dominam e geram novas safras, que amanhã terão o poder. No entanto, estarão procurando aquele que a ame e a chame de mulher.


sábado, 24 de março de 2007

Faça sua escolha


Estamos neste mundo, não por que escolhemos, mas sim pelo desejo ou não de outrem. Com o passar do tempo vamos crescendo, apreendendo e filtrando aquilo que achamos certo. Procuramos jogar o errado fora, mas nem sempre o certo é o melhor e vice-versa, portanto, fazemos péssimas escolhas. Na psicanálise o Ser é a representação dos desejos, toda escolha é uma realização deste desejo. Porém, torna-se efêmera, pelo fato de querermos preencher um vazio, que jamais será pleno. Para que realmente possamos estabelecer uma plenitude e acertamos nossas escolhas, devemos desapegarmos de tudo aquilo que é material, quando digo isto, inclui até mesmo as relações com o outro. Não que sejamos seres dotados de desamor. Pelo contrário, o verdadeiro amor é permitir que as pessoas sejam livres, e assim não estejam subjugados ao egoísmo e desejos. Para felicidade, não existe qualquer fórmula, ela está no desapego ao mundo material, fruto de nossas reais escolhas.


sábado, 17 de março de 2007

Organizando as idéias na cabeça

A literatura, a artes plásticas, a ciência de um modo geral contribuíram ferozmente para que o homem atingisse um nível de vida que até o momento lhe permite comunicar, trabalhar e se locomover de uma forma individual e ímpar. Mas observamos que todo este avanço e inovação também passou a ser critico no dia a dia das pessoas, a pressão no trabalho tornou-se muito maior. A aquisição e necessidade por novos produtos alia-se a rápida obsolescência da tecnologia, gerando cada vez mais stress e aparecimento de doenças. Portanto viver uma vida mais simples, com menos tecnologia e tornar-se adepto de coisa mais saudáveis e menos cansativas nos permite organizar claramente as idéias, além de prazeroso. Enfim, nascemos nus e dependentes, conquistamos as coisas no decorrer da vida. Estamos sempre com pressa e diariamente temos que matar um leão por dia para obter o sucesso. No entanto, chega um momento que tudo isto já não é tão agradável, acaba tornando-se um grande tormento para nossas vidas . Então é preciso parar e rever o que verdadeiramente queremos. Saibam, a maioria das pessoas procuram pelo um modo de vida mais simples, e talvez nela encontrem um maneira bem mais divertida de levarem suas vidas.


sábado, 3 de março de 2007

Já faz muito tempo.....

Meus caros leitores, já faz um bom tempo que não escrevo algo, talvez por me sentir frustrado com o mundo, e muito mais pelas dificuldades tecnológicas a qual me encontro momentaneamente. Isso que dá não possuir uma rede internet que atenda às minhas necessidades. A Internet discada está indo embora e até o momento não tive "tempo" para colocar algo seja mais veloz. Mas vamos ao que interessa de fato e deixar as desculpas de lado. Enfim, o texto tem que continuar. Estamos cada vez menos realistas com tudo que nos acontece, nestes últimos anos parecemos que perdemos a fé em nos mesmos. Estamos caminhando para um abismo colossal, nada mais nos faz chorar, ao não ser a perda daqueles que são mais próximo. Digo isto, pelo fato de estarmos vendo a TV, ou, lendo o jornal como algo corriqueiro e longínquo a nossas vidas. No entanto a violência, a corrupção e a impunidade está às claras, por outro lado, não basta ficarmos apenas fantasiosamente indignado, achando que tudo está péssimo, sem contarmos que o fim do mundo aproxima-se. É tanta poluição, destruição de florestas, queimadas que daqui uns 50 anos a raça humana, talvez não existirá. Do outro lado da rua vemos aquele homem abatido, cansado e quase sem forças, que esbravejou tanto em seu passado, que sonhou com um carro importado, uma mansão na praia, porém encontra-se no mais profundo poço, esperando a hora de partir deste mundo ingrato, que talvez ele mesmo tenha criado.


sábado, 3 de fevereiro de 2007

Perdas

Como já dizia o poeta, somos flores medrosas que não sabem perder. Temos mais medo da morte, ou, seria que temos medo de não ter o próximo mais ao nosso lado. Isto é puro egoísmo de nossa parte. Enfim somos seres egoístas e orgulhosos, não sabemos como demonstrar o amor. Para nós ele só existe quando alguém está ao nosso lado. Muitas vezes não importamos com a dor de nossos entes queridos, tentamos prende-los a terra sem mesmo saber que sua missão chegou ao fim. Tudo pode ser explicado, pelo fato de sermos poucos evoluídos, de não conhecermos a nós mesmos, de acharmos que estamos certos em tudo e que nossa crença é a verdadeira. Ao passo de achar que nosso semelhante é o errado. Mas o erro já nasce em todos nós, somente, o tempo irá nos tornar seres compreensíveis, talvez, capazes de entender a dor do outro. Cada um possui seu valor e sua missão, e quando tudo acaba, precisamos retornar para mais um plano. É difícil entender, mas amar é desapegar às coisas materiais, incluindo o corpo que tem este sentido material, causador de egoísmo e apego. Amar é deixar o outro partir.


sábado, 20 de janeiro de 2007

Fracasso, Aceitar é preciso

Estamos sempre acostumado a aceitar sempre a vitória, nunca nos damos por fracassado. Mas ele existe, e é o caminho para o sucesso. Fracassar faz parte de nossas vidas, pois na verdade não temos o controle de nada, nem de nossas emoções e muito menos paixões. Somos seres errantes e devemos conviver com isto. Aceitar a derrota é primeiro passo para se ter uma vida feliz, não se preocupar muito com o dia de amanhã e fazer apenas aquilo que somos capazes. Os desafios da vida cotidiana já é tão duro, para que adicionar mais problemas. Faça apenas o que seu coração pode suportar, do contrário prepare-se para se tornar um ser angustiado e cheio de doenças da alma.

sábado, 13 de janeiro de 2007

Para onde ir...

Para ir basta estar em algum lugar, mas para onde, ainda não sei, só sei que não quero mais ficar. Seria eu uma espécie de louco ou um semi-deus atordoado pelo medo. Se nem os sábios admiram tanto assim sua sapiência, preferem  discrição e humildade. Então, continuo esta conversa, tão filosófica e ao mesmo tempo insana, por fim, me distraio com pequenos objetos do cotidiano. As pessoas não entendem meu modo de viver, se não tenho objetos de valor me cobram que eu pague mesmo assim. Pessoas! seres incompreensíveis e não admitem ou melhor não sabem esperar pelas coisas que veem com o tempo. Por isso devo partir, procurar meu canto e fazer valer meu modo de vida. Este mundo tão selvagem, capitalista não é para mim. O progressista convicto acredita na igualdade da riqueza e que todos compartilhem o mesmo pão. Os poetas sabem que a vida é feita de versos e sonhos, a maioria tem um pé esquerdo e todos que leem suas poesias imaginam apenas viver.

 


sábado, 6 de janeiro de 2007

A Guerra continua

É meus caros leitores, parece que o medo se deslocou para o Rio de Janeiro. Agora estão fazendo terrorismo com os pobres habitantes e turistas que procuram a cidade maravilhosa, colocam fogo no ônibus, matam pessoas, trabalhadores humildes.Já as autoridades não fazem nada, apenas usam a retórica como um meio para se eleger. Quero ver quando a bandidagem se revoltar contra os poderosos, ai sim eles começarão a apertar o cerco contra este bandidos. Tudo neste país é assim, enquanto o pobre morre não tem problema algum, são apenas alguns milhares. Agora se é um filho de governador, senador ou empresário rico, morte aos marginais. Não dar para ser feliz neste mundo louco, ou dá.

sábado, 9 de dezembro de 2006

O sexo como meio de vida

Ao entrar num "puteiro" na linda cidade do Rio de Janeiro,  me sentia sozinho e um tanto estranho. Pois não conhecia muito bem a cidade, não imaginava como seria tratado por aquelas mulheres, que trajavam suas roupas de seda. Aquele cheiro de sexo me alucinava. Eram meninas, algumas aparentavam não ter mais de 18 anos. Outras mulheres, já encontrava-se nas casa do 50, 60 anos e ali vendiam seu corpo. Eu já havia bebido bastante, e a noite fecharia com um bom sexo. Tudo era novo, vi aquela pequena loira de olhos azuis, que me convidava para entrar em seu pequeno quarto, ali mesmo nos amávamos a noite inteira e fazíamos tudo que tinha de direito. Afinal pagava para tê-la do jeito que queria, por trás, de frente, anal e muito, muito mais. Assim é o cais do porto no Rio de Janeiro. O sexo com uma puta vale o quanto pagamos, no outro dia acordei com a sensação de que era apenas mais uma noite de porre. Aqui se vive desta forma, um dia com uma, amanhã sem ninguém.


sábado, 25 de novembro de 2006

Pequenos Crimes da Sociedade

Fazer parte da sociedade tem o seu preço. Pois a cada dia cometemos pequenos deslizes ou melhor crimes, como não respeitar os direitos do nossos semelhantes. Passar por cima de coisas que poderíamos evitar. Mas assim somos nós, seres ignorantes e maravilhosos, que jamais aprenderemos o que realmente é certo. Já nascemos errados, tortos, assim como dizia Drummond - "vai ser "Gauche" na vida".

sábado, 18 de novembro de 2006

Arte como expressão da vida

A dança, a literatura, as artes plásticas entre outras procuram expressar a realidade da condição humana. O homem como um ser dotado de capacidades cognitivas, precisa de qualquer forma extravasar seus sentimentos, desejos, medos e angústias. Assim a arte entrou em sua vida como válvula de escape para desnudar tudo isso. A dança por exemplo é uma maneira do ser humano expressar pelo corpo as suas mais profundas necessidades sexuais, pois a dança tem como objetivo despertar no outro a vontade de se tornar aquilo que talvez ele não seja. A literatura diante das palavras é uma modo de comunicar ao outro os mais sutis segredos. Portanto colocada veladamente, observado na poesia e prosa. A cada movimento literário uma nova proposta é apresentada a sociedade, retratando a sua realidade, criticando o "modus operandi".

Na artes plásticas, a forma dá vida a imaginação daquilo que desejamos expressar, e talvez até mesmo contradizer uma condição humana. Assim é a arte, que nasce uma condição filosófica e cultural, para delinear uma fração do tempo ou mesmo uma era inteira. As artes nasce da subjetividade humana.


domingo, 12 de novembro de 2006

Não bom o bastante

O medo toma conta de nossos corpos e nossa cabeça. Às vezes nos fazemos de fortes, dizemos que não estamos nem ai, que isto é assim mesmo. Mas no fundo acreditamos que não somos o bom o bastante. Digo isto, pelo fato de querermos abraçar o mundo. Portanto se estamos perto de conseguir, tudo se torna tão instável e logo aquela sensação de poder e força nos abala, mesmo se temos a crença e a fé como a estrela guia de nossos passos.

Nesta vida sempre nos dizem que somos feitos para vencer, que temos a inteligência, a vontade e a necessidade privilegiada que nenhum outro ser tem neste mundo ou até mesmo da galáxia. Mas no fundo somos seres impotentes, que não aceita a derrota, por que herdamos de nossos ancestrais a ideia de que não podemos errar. No entanto, com tal pensamento, o que se vê são bilhões de homens, mulheres e crianças que nem se quer possui o mínimo para sobreviver. O que mais existe são pessoas infelizes, que adquiriram tanto. Todavia desconhecem a si mesmo e ao seu semelhante. Se preocupam em apenas consumir mais e mais, talvez para suprir uma falta cuja resposta está dentro de si. Bem, este mundo competitivo criou uma série de seres doentes e patéticos. Para ser realmente feliz só precisamos ser nós mesmos, e buscarmos aquilo que nós preencha. Enfim não vamos conseguir tudo que queremos, basta então aceitarmos e tentar novamente.


domingo, 5 de novembro de 2006

O Espelho de mim mesmo

Queria estar tão longe de tudo
fugir das vaidades do mundo
Trilhar um novo rumo
Buscar um caminho reto
que me levasse a mim mesmo
Deixaria para traz minhas tristezas
Abandonaria meus medos
Assim talvez encontraria
a verdade que tanto procuro
-------xxxx-----------
Mas para que fugir
Se a mentira anda
dentro da Minha alma
Nem mesmo um grito
Um desabafo poderia
livrar me da angústia
de amar-te, o vida ingrata
que decrepita meu corpo
silencia meu espirito
Vou definhado a cada dia
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Não tenho mais medo
já não sou eu mesmo
vejo que o mundo
me cobra as incertezas
daquilo que não quero fazer
por isso que vou trilhar
o meu caminho só
não venham comigo
andem para o lado
errado, pois tudo
é incerto, e a única certeza
que nada é a voz do vazio
então façam silêncio
para ouvir a voz que
não clama por nada

domingo, 29 de outubro de 2006

De volta a luta

Estamos mais uma vez caminhado em direção a democracia. Em fila marchamos para as urnas e exercemos nosso papel de cidadão. Nesta hora somos iguais, sejamos ricos ou pobres, não importa se vamos á pé, de carro ou de ônibus, temos que ir. Por que a lei assim nos obriga, falam que é um direito. Mas que direito é esse, onde muitos são contrariados, Há  uma vontade em não reconhecê-lo. Só mesmo no Brasil, cuja  palavra direito, tem significado de dever. No entanto, não há outra forma, temos que ir. Porém devemos ter consciência de que não basta votar é preciso cobrar. Isto sim deveria ser um dever nosso, de punirmos exemplarmente aqueles políticos que nos enganam, mentem e estão envolvidos até o pescoço com a corrupção. A disputa agora está mais clara. Basta escolhermos certo, se caso o certo existir. Dessa forma vamos escolher o menos errado.


domingo, 22 de outubro de 2006

A física quântica em relação ao homen no universo

A física quântica pode ser chamada de física das possibilidades, pois joga por terra a idéia de que um corpo não pode ocupar um mesmo espaço. Enfim a física quântica lida com questões interligadas ao universo e desmitifica ou pelo menos tenta. Mas também como qualquer ciência, pretende buscar respostas que expliquem o homem e o seu mundo. Num primeiro cenário o homem é um ser dotado de elementos bioquímicos que o compõem. Entretanto, uma parte se destina a elementos que moldam sua personalidade, caráter e sentimentos através de substâncias que ativam partes de seu cérebro. Outra gera reações físicas no corpo. Estas mesmas reações que ocorre no homem, se aplica ao universo. Os átomos, moléculas que são as menores partes de um todo, se faz no homem através das células. O ser humano como parte deste mundo e dotado de percepções, pode criar e recriar possibilidades ou ser seu próprio Deus. Isto a priori parece uma loucura, mas não. Se temos a capacidade de modificar nossa realidade utilizando os artifícios do conhecimento e informação, apesar de que nosso cérebro só armazene 2000 bits de informação, já é suficiente para que possamos criar eventos que nos façam modificar e remodelar tal realidade. Num universo em expansão ou mesmo em declínio existe uma busca de subterfúgios para que as possibilidades físicas e químicas atuem em favor do aparecimento novos elementos que constituam a vida. Assim a física quântica procura demonstrar e explicar os mais simples acontecimentos ocorridos em tal universo.


domingo, 15 de outubro de 2006

Nossos medos, nossas crenças

Talvez eu não entenda o por que da mistificações, das crenças, dos ritos, das celebrações dos povos que acreditam em um ou mais deuses. Pois eles entregam suas vidas, frustrações e alegrias na mão de um ser que julgam ser superior a tudo, dedicam-no a sua vida. Trata-se de uma criação cultural, que faz com que o homem se sinta preso as meias verdades, passe a se resignar e aceitar as suas dores. O homem precisa se agarrar a alguma coisa que o mantenha mais ordeiro e digno de respeito para com outros e consigo mesmo. No entanto a presença deste Deus não resolveu uma série de catástrofes, homicídios e violência. Mas este Deus é humanizado e profanado pela instituições religiosas, que pregam a todo momento o medo e a ira caso não seja feita a sua vontade. É plausível acreditar num ser superior, como uma forma de atingir nossos objetivos, nos confortamos na hora da dor e também como um meio de mudança positiva. No entanto, não devemos aceitar que as  pessoas use esta imagem como meio de iludir e aproveitar da fé alheia, fazendo-as acreditar que são seres mesquinhos e pecaminosos, e que só terão a salvação caso sejam fiéis a tal religião e colaborem com tudo que tenham. Tal ato me deixa revoltado, as pessoas não percebem que são enganadas por promessas que só enriquecem àqueles que usam e abusam da ingenuidade de pessoas aflitas em busca de conforto espiritual.


sábado, 7 de outubro de 2006

Chegamos aonde não queriamos

Bem meus amigos e amigas o inevitável ocorreu, partimos para um segundo turno. Agora é esperar chumbo grosso, ofensas e mais acusações. Do lado direito temos o tucano paulista, que não se diz igual aos antigos tucanos, só pensava em vender o povo e os seus pertences. Na minha esquerda temos o já conhecido presidente língua presa, que não sabe de nada, por que não estou nem aqui e muito menos aí. Isto me lembra um velho político paulista, que já foi engaiolado. Pois a briga vai começar, nada de golpes abaixo da cintura, ofender a mãe, puxões de cabelo, que vai ser difícil e muito menos falar de dossiê, mensalão e dólares na cueca. Enquanto isto o povão vai fazendo suas apostas e sobrevivendo com a bolsa família.


domingo, 1 de outubro de 2006

A direita novamente no poder

Meus caros leitores será possível que no último momento, cuja pesquisas apontavam uma vitória de Lula no primeiro turno, em plena anti-véspera da eleições me aparece uma pesquisa a qual haverá um segundo turno.  Mais uma vez será que aguentaremos  sofrer com os denuncismo infundado de uma direita que já esteve no poder, que metralha e envenena este país. Enquanto do outro lado o PT de Lula é massacrado pelos próprios companheiros, diga-se de passagem um bando de aloprados, que minam com a reeleição. Enfim o que está acontecendo, pois não vejo nada, somente uma cadeira vazia. Talvez eu sente nela para ver se é bom ser presidente desta nau sem direção, por que já arrancaram o leme e não possui o timão. Mas se deixamos o pássaro de bico curvado mandar neste galinheiro, adeus a soberania brasileira. Vai ter turco louco comprando estatal, índio cocaleiro dizendo "hermanos bolivianos el brazil es um peligro", chineses em liquidação no shopping Oi. Enquanto isto o povo, cadê meu emprego, pergunte ao amarelo ali no carro importado.


domingo, 24 de setembro de 2006

Uma pequena prece às revoluções

Viva ao maio de 1968, palco da pequenas revoluções acontecidas no mundo. Viva as mães da praça de maio, que foram chorar, gritar e repudiar a violência da polícia contras seus filhos. Viva a primavera de praga, em que jovens poloneses queriam mais liberdade de expressão. Não brindaremos a guerra do Vietnã. Aqueles jovens hippies que pregavam paz e amor, que descendiam da era de aquário, soltavam suas fumaças para cima e curtiam Janis Joplin, por que sabiam que a guerra era suja. E viva aos tropicalistas brasileiros, que com suas letras importunavam o regime totalitarista. Nele foi calada a voz da imprensa e sentenciada ao exílio as mentes mais brilhante deste país, que lutavam por uma sociedade mais justa e acreditam que o socialismo poderia ser nova vertente para inclusão de todos. Não deixe morrer a chama da luta, que conclamemos não um ou dois, mas milhares de irmãos para entrar num fronte de batalha contra a corrupção, a guerra, a violência e a fome. Não basta elegermos homens que se diz de boa fé, sabemos que a democracia é uma fantasia, que jamais todos serão iguais. É preciso ser guerreiro para conquistar um lugar ao sol. Portanto viva a vida e a nós, homens de bem.


domingo, 17 de setembro de 2006

Novas formas de amar

Conforme tantas mudanças que ocorreram neste mundo pós- contemporâneo, não poderia de forma alguma ficar de fora as relações amorosas, a sexualidade e o casamento. O que se percebe é que a relação entre casais não é mais aquela da exclusividade, cujo  homem, ou a mulher é posse um do outro. Mas seres individuais,  que possuem vida própria. Se estes indivíduos estão juntos é por que ambos tem afinidades e compartilham ideais. Porém, não que dizer que a todo momento um sinta as mesmas coisas que outro. É comum ouvir casais dizerem, "ele é um ótimo amante, muito bom de cama, mas eu queria que as vezes ele saísse mais comigo, ou fosse mais atencioso e dissesse coisas mais românticas". Isto nos faz pensar numa abertura dos relacionamentos, ou seja uma amplitude nas escolhas dos parceiros ou mesmo num multi-relacionamentos, a qual haveria uma liberdade sexual entre os casais. Mas ainda estamos muito longe disto, pelo fato de vivermos em uma sociedade machista e antiquada, que ainda impera na força do homem sobre a mulher. Sendo ela recriminada quando busca sua individualidade sexual, já o homem perde sua moral perante a sociedade. Acredito que daqui algumas décadas os relacionamentos tradicionais de parceiros únicos serão visto como absurdos e retrógrados. A palavra infidelidade não será mais sinônimo de traição amorosa. Enfim os seres humanos como demais animais nasceram para terem diversos parceiros, talvez sofreremos menos se não pensarmos nesta questão -  ele ou ela me traiu. Enxergaremos o próximo como um ser individual, que possui desejos e vontade própria.


domingo, 10 de setembro de 2006

Um novo modo de trabalhar

Com advento da internet, a cada dia nasce novas profissões que requerem especialistas de diversas áreas, sejam engenheiros, advogados, bibliotecários, jornalistas e muitos outros. Enfim aquele velho paradigma da estabilidade do emprego, horários fixos e todos os dias pegar o trânsito pesado podem estar com os dias contados, por que estes novos profissionais não precisam mais sair do conforto do seu lar. Possuem um escritório em casa, um ou alguns computadores ligados a rede internet, programas de correio eletrônico e chat, da qual podem se comunicar diretamente com seus clientes, colegas de trabalho, fornecedores e com o querido chefinho (caso tenham).  Mas será que vale a pena trabalhar no conforto do lar. Como fica as relações humanas, o diálogo com os amigos na hora do almoço, as trocas de idéias. Não terá tudo ficado mais artificial e mais solitário. Então fica no ar tal questão, por que existem aqueles que dizem:: acho o máximo trabalhar em casa, outros já não suportar, pois afirmam que sua produtividade cai muito devido as interferências domésticas e não conseguirem se concentrar no trabalho.


sábado, 2 de setembro de 2006

Justiça e religião: Questões Polêmicas

Se existem duas questões que se divergem a todo o momento, podemos afirmar que a relação religião e justiça é bastante conflituosa, e não chegam facilmente a um consenso. Pois de um lado a religião adota seus dogmas baseados na bíblia e acredita num interventor divino que fará justiça e punirá aqueles que não seguiram seus mandamentos e regras. Assim poderíamos igualar a justiça terrena, permeada pelos seus juízes, promotores e um júri, que julga e condena de acordo com a leis presente no código penal e civil. No entanto a diferença ou melhor as indagações e discrepâncias entre  ambos se fazem pelo fato de uma adotar a crença e a fé cega, que não se baseia na ciência e na apuração profundas dos fatos, ao passo que a justiça procura indagar e comprovar somente quando há provas concretas e relatos de testemunhos. Pois estou falando isto, quando observei atentamente o filme " Exorcismo de Emily Rose" a qual fica nítido um julgamento de valores sobre em que é certo acreditar, nas falas de especialistas renomados sobre neurologia, psiquiatra ou devotar nossa crença para as questões espirituais e religiosas que possui talvez um caráter mais  de senso comum e ritualista. Bem, quanto ao filme é preciso fazer uma reflexão profunda a respeito de nossos conceitos e dogmas. Enfim, quem tem á razão? Por isso deixo está pergunta no ar, como uma forma de não obter respostas, Mas sim, muito mais dúvidas.


domingo, 20 de agosto de 2006

Ponto Cego

Existe no horizonte um ponto cego, cujo nada vemos, mesmo se fixarmos nosso olhar. Há apenas a escuridão. Já não tem mais luz, assim o fogo se apaga, então tudo começa a congelar, meu coração endurece, não sinto mais a sua presença. Estou cego, cego de ódio e rancor, nada mais me apaziguá, saio correndo, com medo, como uma criança indefesa. Sou mais um animal solto pelo mundo, assim chego ao ponto cego, mas onde está, vejo que está dentro de mim. Deixem a luz acesa, para ver se me aqueço, tenho frio, não o frio de um corpo, mas da alma, que vive num mundo gelado. Então façam uma fogueira, nela me atirem, pois podem destruir meu corpo, mas tenho a certeza que minha alma será aquecida. Quero teu calor, teu amor, preciso viver dentro de ti e sentir sua dor, tua alegria. Minha jornada é longa, não sei para onde vou, só sei que tenho que ir, seguir reto o meu caminho, aquele que não escolhi, mas sempre chegarei ao ponto cego, onde não mais me encontrarei, grito por luz, e as minhas mãos me guiará. São elas agora meus olhos, minha luz e meu caminho.

domingo, 13 de agosto de 2006

Os tormentos da vida diária

já não é tão simples como fôra antigamente
Pois não celebramos mais a chegada de um dia com todos os familiares
hein!! o tempo foi cruel, nem percebemos o quanto nós amamos
Cada dia que passa eu sinto que você está mais distante de mim
Oh!!! juventude tão ingrata, levaste de mim, aquele rosto maroto
Não há mais as brincadeiras de que tanto gostava
Aquelas paixões de adolescente, quando andavamos juntos
Assim é o tempo que fica para trás
Hoje só me resta os tormentos de uma vida que mal escolhi
Vejo minha vida diária passar, apenas com um homem comum
As amarguras de ser que preso ao passado cheio de glória
Que todos só admiram num presente, pelos feitos realizados
Que nem mesmo eu dou muita importância, sei que trocaria
Minha vida de hoje, para viver as boas lembranças que um dia vivi.

domingo, 6 de agosto de 2006

Vamos criar um novo socialismo

Realmente acredito nas idéias socialista, progressistas. Poderemos fazer dos meios tecnológicos um grande palco de discussões a respeito das questões políticas, sociais e econômicas. Enfim, são as novas tecnologias da informação e da comunicação provenientes de uma mente brilhante chamada Marshall McLuhan, que no final da década de 50, trouxe à tona as maravilhas da televisão é que se aliadas as idéias deste novo socialismo tipicamente brasileiro que combaterá toda está miséria humana e intelectual guarnecida pelo capitalismo selvagem. Mas para isto é preciso trazer o cidadão para atual conjuntura e que ele participe de fato. Somente a ação conjunta constrói uma nação mais justa e soberana. É preciso baixar qualquer forma de opressão que ocorre no seio de nossa nação. Sou contra qualquer tipo de repressão. Impedir as instituições da república mina todo e qualquer propósito democrático. Falar em fechamento seja da câmara, ou, do senado não se apresenta como uma resposta aos atuais escândalos que assolam e envergonham a nação perante a opinião internacional. Afinal o absurdo está em parte dos nossos representantes, que envolvidos em falcatruas que lesam a pátria. Isto aí camarada, vamos usar o verbo para protestar.


domingo, 30 de julho de 2006

Já não sou mais menino

Hein!!!!!! O tempo é cruel com a gente, a pouco tempo atrás vivíamos correndo pelas ruas da cidade. Não nos importávamos com a falta de dinheiro, com as coisas materiais, apenas brincávamos, éramos seres inocentes e alegres. Às vezes chorávamos por que aquele menino mais velho batia na gente, quando juntávamos nossa turma este morria de medo. Mas o tempo é cruel, assim ele passa é leva tudo aquilo que mais gostávamos, chega um momento em que deparamos com a mudança, nos tornamos seres invejosos, gananciosos e vingativos. Somos obrigados a dar rumo a nossa vida, trabalhar duro, ganhar dinheiro para sustentar a nos mesmos e o nosso ego capitalista e consumista. É lá no fundo, ainda por mais que sejamos adulto, olhamos para aquele brinquedo que nunca tivemos e tanto queria.


domingo, 23 de julho de 2006

Na terra do faz de conta....

Na terra do faz de conta , tudo já se acabou. Não há mais a inocência pueril do passado. Agora vivemos sobre caminhos de pedra pontiagudas e cortantes, olhe para o lado é veja que nossas crianças, se transformaram em seres tristes e cegas pela tecnologia e jogos de guerra. Nossos adolescentes e jovens se voltam contra os pais e muitos se bandeiam para o crime e as drogas. Vejam os noticiários, mais sangue, mais guerra, menos amor e paz. Nossos líderes e representantes só estão centrados em si mesmos, envolvidos em esquemas que lhe trazem lucros e mais lucros, ainda falam em ética e respeito. Pois não passam de porcos sujos que deprimem e oprimem a população brasileira e envergonham a opinião pública internacional. Já chega de sanguessugas, basta as CPIs que não levam a nada e não podemos tolerar que nossas cidades sejam alvos de criminosos organizados. Precisamos de revolução, de armas concretas que deem um basta nesta bandalheira chamada Brasil.


domingo, 9 de julho de 2006

Caminhos Tortuosos

Andei até o fim do mundo é não encontrei você
Gritei aos quatros ventos seu nome, mas não me respondeste
Agora onde estás
Talvez na mata fria e escura
Ou quem sabe, pode estar tão perto de mim
E eu não saiba
Só sei que é preciso viver e buscar o teu caminho
Por mais pedras que tenha, devo seguir
Aquele que desiste, nunca chega
Mas não há fim, muito menos começo
Nesta vida caminharei errante
sempre a gritar teu nome
Mesmo que não encontre
um dia nossas vidas se entrecruzará

domingo, 2 de julho de 2006

Tem tudo haver

Não foi desta vez, O Brasil perdeu de 1 a 0 para França, também o time não jogou nada, mais pareciam um bando de meninos numa pelada de bairro. Então agora vamos para casa sem a sexta estrela e recomeçar a vida na mais profunda normalidade, nada de feriado, pois os empresários não suportavam mais os prejuízos, lojas vazias, ruas desertas, tudo por causa de um jogo de futebol, voltemos a normalidade, ao cotidiano, adeus a mudanças de horários dos programas televisivos e a mídia já pode nos munir de notícias bombásticas sobre corrupção, assassinatos, estupros e outros crimes de que tanto gostam. Enquanto isto a derrota pela França vai sendo esquecida, assim como na política, quando aquele seu candidato foi flagrado por levar dólares para o exterior, ou aquele que ganhou o mensalão, tem aquele outro diz não saber de nada, mas não importa, todo mundo sabe que amanhã é um outro dia, e que novos acontecimentos hão de aparecer, assim suprindo o mundo da TV e sendo notícia na boca o povo, nem que seja por alguns segundos.

Natureza

Natureza